Folha de São Paulo
05/01/2012 - 11h31
Pneu de avião fura e fecha aeroporto de Ribeirão Preto (SP)
LEANDRO MARTINS
DE RIBEIRÃO PRETO
Um avião da companhia aérea Passaredo que teve o pneu furado pouco antes da decolagem causou o fechamento do aeroporto de Ribeirão Preto (313 km de SP) por cerca de uma hora e meia na noite de ontem (4). O problema causou reflexos em outros seis voos, cujas chegadas ou partidas atrasaram.
De acordo com o Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo), que administra o aeroporto Leite Lopes, o comandante do voo da Passaredo que partiria rumo ao aeroporto internacional de Guarulhos percebeu que um dos pneus do trem de pouso havia furado, enquanto taxiava o avião.
A aeronave teve de permanecer na pista para que fosse realizada a troca do pneu. Com isso, pousos e decolagens foram suspensos das 20h às 21h30.
O fechamento causou atrasos em dois voos da TAM, um da Azul e mais três da Passaredo.
Segundo o Daesp, a pista do Leite Lopes só foi liberada depois que houve vistoria e limpeza.
Em nota, a Passaredo informou que 35 passageiros estavam no avião cujo pneu furou --eles foram transferidos para outra aeronave da empresa, que seguiu para Guarulhos. Já o avião com o pneu furado foi recolhido para o hangar de manutenção da empresa para inspeção de rotina.
sobe
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O Globo
Sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Alianças para decolar na América Latina
Delta Air Lines tem Gol como principal parceira para ser maior americana na região
Glauce Cavalcanti (interina)
● A Delta Air Lines fechou 2011 com US$ 1,1 bilhão em lucro líquido. O resultado está abaixo dos US$ 1,5 bi de 2010. É considerado, contudo, “fenomenal” por Nicolas Ferri, vice-presidente da companhia americana para América Latina e Caribe. É que o início de 2011 apresentava desafios à expansão da aviação civil: alta no preço do combustível; terremoto no Japão; crise política no Oriente Médio e crise financeira em Europa e Estados Unidos, enumera o executivo, que concedeu entrevista por telefone, de Atlanta (EUA), à “Negócios&Cia”. Para garantir a boa performance, a empresa ajustou a capacidade — a oferta mundial de assentos encolheu 2% a 3% — investiu em qualidade de serviços e reforçou a aposta em mercados em expansão. A América Latina e o Brasil, em particular, são foco prioritário para a Delta, afirma Ferri: “Queremos ser a melhor companhia americana na região”. A aliança comercial com a Gol, firmada no último mês, é tida como estratégica para garantir essa posição de liderança, pela forte malha aérea no Brasil, América do Sul e Caribe. “A Delta conta agora com parcerias com Gol, Aeroméxico e Aerolíneas Argentinas. Juntas, assumimos uma posição forte, para competir com grupos como Latam ou Avianca”, pondera. Ele afirma não haver intenção de elevar o aporte feito na brasileira. Este ano será de troca de experiências entre as duas empresas aéreas, alinhamento de políticas e práticas, para ampliar operações em code-share e unificar programas de milhagens. O acordo com a Gol abriu espaço para aumento de 18% na capacidade total da Delta no Brasil, onde opera hoje 35 voos semanais, conta Christophe Didier, vice-presidente de vendas para América Latina e Caribe. “A Gol garante conexões de todo o país para nossos voos”, diz. A Delta enxerga em seus resultados o potencial do mercado brasileiro. De janeiro a setembro de 2011, as vendas mundiais cresceram 11%. Na América Latina, a alta foi de 34%; no Brasil, bateu 42%.
sobe
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O Globo
Uma ponte entre América do Sul e Ásia
Emirates inaugura voo Rio-Dubai, de olho no crescimento de nações emergentes nos dois extremos do globo
Danielle Nogueira
5/01/12 - 22h28
Airbus da Emirates em atividade ROBYN BECK / AFP
RIO - De olho no crescimento econômicos nas nações emergentes, a Emirates Airlines pretende fazer de Dubai uma ponte entre a América do Sul e a Ásia. Com esse objetivo, a companhia acaba de inaugurar o primeiro voo direto entre o Rio de Janeiro e a cidade árabe. O voo inaugural foi terça-feira passada, e a taxa de ocupação já está em torno de 80%.
Os voos sairão de Dubai com destino ao Rio e continuarão viagem até Buenos Aires. O primeiro trecho sai a US$ 1.753 (ida e volta) e o segundo trecho a US$ 430 (ida e volta), ambos considerando tarifas da classe econômica. Segundo o vice-presidente executivo de vendas da Emirates para o mundo, Thierry Antinori, é possível que no futuro as duas rotas sejam independentes. No momento, porém, essa foi a estratégia encontrada pela empresa para elevar sua presença no Brasil. Hoje, a aérea faz voos diários entre São Paulo e Dubai.
— O Brasil é um país estratégico para nós. Já é a sexta maior economia do mundo. Vemos boas oportunidades tanto no mercado corporativo como no de lazer — diz Antinori.
De acordo com ele, passam pelo aeroporto internacional de Dubai cerca de 50 milhões de pessoas por ano. E espera-se que antes do fim da década seja alcançado o marco de 80 milhões de passageiros, o que fará de Dubai um dos maiores hubs (centros de distribuição de voos) do mundo. O fluxo de sul-americanos deve dar um empurrãozinho nas estatísticas.
Para fisgar os brasileiros, a estratégia da Emirates não é oferecer preços baixos e, sim, um serviço diferenciado. Na primeira classe, por exemplo, os aviões que farão a rota Rio-Dubai têm oito suítes privativas, equipadas até com um closet particular. Mas o preço é alto: US$ 15.025 (ida e volta). Na classe executiva (US$ 7.800), há 42 assentos. A capacidade total das aeronaves — serão usados Boeings 777-300 ER — é de 354 lugares.
A aposta da Emirates no Brasil é tamanha que a empresa já pensa em trazer para cá o A380, o maior avião em operação do mundo, com mais de 400 assentos. Recentemente, a companhia enviou à Infraero e à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) um pedido de avaliação do aeroporto de Guarulhos para saber ser ele comporta uma aeronave com tal envergadura. Segundo Ralf Aasmann, diretor-geral para o Brasil da Emirates, serão necessárias adaptações no pátio do aeroporto, mas a companhia está confiante de que elas serão feitas.
Atualmente, a Emirates é a empresa que mais opera aviões do modelo A380 no mundo. São 20 no total e já há 70 encomendados, que deverão ser entregues até 2019. As novas unidades fazem parte da encomenda bilionária do grupo, de US$ 84 bilhões, que abrangem 237 aeronaves. Hoje, a frota é composta por 168 aviões.
Com o novo voo para Rio e Buenos Aires, a Emirates passa a voar para 118 destinos, número que deve crescer este ano. A empresa, que faturou US$ 14,8 bilhões em 2011, também está ampliando a atuação em mercados maduros, como o europeu.
— Mesmo em tempos de crise, acreditamos que há oportunidades para produtos diferenciados — diz Antinori.
sobe
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Valor Econômico
06/01/20120 - 00:08
Construtoras se armam para disputa de aeroportos
Por Fábio Pupo | De São Paulo
A um mês da esperada concessão de aeroportos do governo federal, companhias de menor porte reúnem armas para enfrentar a força das grandes empreiteiras. Segundo especialistas, empresas com pouca experiência em grandes obras podem - de acordo com a forma com que se organizem - ganhar flexibilidade para surpreender ao dar lances no leilão que passará à iniciativa privada os aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília em 6 de fevereiro. Enquanto percebem a movimentação dos concorrentes, grandes grupos temem a vitória do que já chamam de "aventureiros".
Com R$ 733 milhões de receita líquida (o equivalente a 4,5% da receita da Construtora Norberto Odebrecht, a maior no Brasil), a construtora mineira Fidens Engenharia é um exemplo de empresa de menor porte que pretende disputar o processo. Para cumprir o requisito da experiência em operação aeroportuária, exigido pelo governo em edital, entrará no processo junto com a americana ADC & HAS - operadora que já trabalhou em conjunto com a Andrade Gutierrez em outros projetos e chegou a conversar com a Odebrecht.
Segundo Nilton Chaves, gerente de novos negócios da Fidens, a empresa pretende apresentar preços competitivos na disputa - vence o consórcio que ofertar o maior valor pago ao governo em troca da outorga do aeroporto. Perguntado sobre como conseguirá chegar às altas ofertas, Chaves responde que a empresa tem o diferencial de poder "economizar" nas obras. Mesmo assim, ele rejeita a definição de "aventureiro" afirmando que a companhia está reunindo os conhecimentos necessários. "Estamos nos preparando. Quando mineiro fica muito calado, é sinal de que está aprontando alguma".
Para injetar capital no negócio e poder oferecer boas propostas no leilão, a Fidens também negocia a entrada de um fundo de investimento da gestora sul-africana Old Mutual na sociedade.
Para o advogado e especialista em direito aeronáutico Guilherme Amaral, dependendo da forma como se articulam com outros grupos - como fundos de investimento -, empresas menores podem ganhar capital para ofertas mais ousadas. Também pode influir, comenta, o fato de empresas com mais experiência em grandes obras estarem mais limitadas por regras internas de risco e retorno sobre investimentos. Por isso, diz, é possível que haja surpresas no leilão. "Pode haver uma empresa grande, mas limitada pelas próprias regras, e outra pequena, ávida por risco e disposta a tomá-lo". Foi isso que ocorreu no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN), primeiro federal a ser concedido, quando empresas não tradicionais no cenário da infraestrutura dominaram a disputa - a maior em faturamento, a Triunfo, só ofereceu uma proposta. Três grupos de médio porte seguiram adiante em quase 90 lances (o ágio final sobre o valor mínimo ficou em 228%).
A advogada Cláudia Bonelli, sócia na área de direito administrativo, regulatório e PPPs do escritório TozziniFreire, concorda com a ideia. Para ela, empresas menores podem ter mais flexibilidade para a disputa. "As maiores se cercam de técnicos e consultores, têm um plano mais estruturado e buscam uma certa taxa de remuneração, dizendo que a partir de certo momento [dos lances] o negócio não compensa. Já as de menor porte podem ter mais flexibilidade para as propostas mais ousadas, caso tenham sociedades com força de capital", diz a especialista.
Entre os grupos menos tradicionais, está também o fluminense MPE (receita líquida de R$ 935 milhões) - que concorreu pelo leilão do aeroporto do Rio Grande do Norte. A companhia pretendia participar da nova disputa com a mineira ARG e a baiana Global, mas foi surpreendido por uma regra do edital que exige experiência de pelo menos cinco anos em aeroportos de grande porte. Agora, busca um operador para uma parceria.
No mercado, também comenta-se que a Carioca Engenharia (receita de R$ 898,5 milhões) ainda estuda os projetos.
O grupo Galvão, com um faturamento mais alto (R$ 2 bilhões, aproximadamente), mas com pouca experiência em concessões, é outro interessado. Em entrevista ao Valor em novembro, o presidente do conselho de administração, Dario Galvão, afirmou que há uma parceria para análise técnica dos projetos com a alemã Flughafen München GmbH, operadora do aeroporto de Munique. As duas ainda estudam as regras para a concessão dos terminais. Além disso, há o grupo Engevix (R$ 1,27 bilhão de receita líquida), que arrematou o aeroporto nordestino e estuda as novas concessões com a argentina Corporación América.
O que mais pode limitar a participação de grupos, menores ou maiores, é o alto valor de investimentos exigido pelos projetos. A Triunfo Participações e Investimentos já alavancada por um grande número de empreendimentos (a dívida líquida sobre Ebitda está em 3,32, o que chama atenção de analistas, embora alguns acreditem que 3,5 ainda seja tolerável), chegou a disputar o leilão do aeroporto nordestino - mas só ofereceu um lance. Carlo Alberto Bottarelli, presidente da Triunfo, disse, durante apresentação dos resultados da empresa do terceiro trimestre, que a empresa mantém o plano de participar de novas concessões, tanto em rodovias como aeroportos. No entanto, "sempre de maneira responsável" - ressalta em texto divulgado.
Ajudam as menores o fato de os investimentos na infraestrutura contarem com ajuda do BNDES, que financiará até 70% - segundo o próprio governo. Além disso, o valor da outorga poderá ser parcelado. O lance mínimo definido pelo governo é de R$ 3,42 bilhões para Guarulhos, R$ 1,47 bilhão para Campinas e R$ 582 milhões para Brasília.
Grandes empresas estão preocupadas especialmente com o que chamam de "aventureiros". Seria uma definição para companhias com pouca experiência que entram no processo a todo custo, mas que depois enfrentam dificuldades para entregar as obras e outras exigências do contrato com o governo. "É um demérito desnecessário chamar de aventureiro. Quem entrar no leilão, tem que comprovar uma série de especificações", diz Amaral.
Entre as empreiteiras tradicionais, é dada como certa no mercado a participação da Odebrecht Transport. Segundo o Valor apurou, a empresa está finalizando estudos e, se decidir disputar os projetos, participará com a Changi - operadora de Cingapura. Também é dada como certa a participação de grupos como Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa (via CCR) e CR Almeida (via EcoRodovias em parceria com Fraport).
sobe
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Valor Econômico
06/01/2012 - 00:11
Ações de aéreas recuam ao nível de preço de 2009
Por Alberto Komatsu | De São Paulo
Os preços das ações de companhias aéreas no mundo caíram em média 3% em dezembro, informou a Associação Internacional do Transporte Aéreo (da sigla em inglês Iata), citando o índice global da "Bloomberg". Segundo a Iata, esse desempenho "declinante" é comparável ao preço médio das ações das aéreas em meados de 2009.
Apesar disso, a Iata destaca como "razoável" o lucro líquido de US$ 5 bilhões registrado por 61 companhias aéreas no terceiro trimestre do ano passado, quase a metade dos US$ 9,7 bilhões de igual período de 2010.
O melhor resultado foi obtido por 17 aéreas da Europa, com lucro combinado de US$ 2,7 bilhões, uma queda de 5% na comparação anual. O segundo melhor desempenho foi de 22 companhias da Ásia-Pacífico, com lucro de US$ 1,5 bilhão, ante US$ 3,4 bilhões do terceiro trimestre de 2010.
Quatro empresas da América Latina tiveram prejuízo de US$ 553 milhões no terceiro trimestre de 2011. Em igual período de 2010, elas haviam registrado lucro de US$ 343 milhões.
Segundo a Iata, o preço médio das passagens registrou alta de 8% em novembro, em comparação com um ano antes. Houve redução de 0,6% no tráfego global de passageiros em novembro, ante o mês anterior. Na comparação anual, as viagens aéreas cresceram 4,3%.
sobe
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Valor Econômico
06/01/2012 - 00:08
Fluxo da US Airways
A companhia aérea americana US Airways teve aumento de 3,6% no número de passageiros transportados em dezembro, ante o mesmo mês de 2010. O RPM (revenue passenger mile), número de passageiros por milha percorrida, chegou a 4,9 bilhões, contra 4,7 bilhões do período anterior. A oferta de assentos no período foi 2,2% maior, na mesma base de comparação. A taxa de ocupação dos aviões ficou em 81,9%, número recorde para o mês, segundo a companhia.
sobe
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ZERO HORA
06 de janeiro de 2012
VOANDO ALTO
TAP registra recorde de passageiros
A companhia aérea TAP, que o governo português planeja privatizar neste ano, terminou 2011 com 9,75 milhões de passageiros transportados – aumento de 7,3% na comparação com 2010. A taxa de ocupação ficou em 76,3% no ano passado, 1,8% superior ao registrado em 2010. A companhia aérea classificou os números como os melhores de sua história. Líder nas rotas entre o Brasil e a Europa, a TAP tem voos para Portugal partindo de 10 cidades brasileiras.
sobe
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Paraná-online
05/01/2012 - 18:15:34
Sistema de aeroporto no Rio terá padrão internacional
AE - Agência Estado
Com a implantação do novo Sistema de Transporte e Manuseio de Bagagens (STMB) no Terminal 2 do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão/Antônio Carlos Jobim, o local alcançará o "nível 5" no Sistema de Segurança e Inspeção de Bagagens (SSIB). Conforme explica o coordenador de Sistemas Mecânicos da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Fernando Carramaschi, com isso o tratamento das bagagens no terminal carioca estará no mesmo patamar que os dos aeroportos Charles de Gaulle, na França, e dos terminais internacionais de Nova York e de Frankfurt. O sistema deverá estar em situação operacional em 2013 e em plena capacidade de operação na Copa do Mundo de 2014, quando o terminal 2 do Galeão concentrará voos internacionais.
As principais novidades envolverão o embarque. O sistema de classificação, inspeção, distribuição e armazenamento será feito de forma automática, assim como o endereçamento das bagagens. Cada unidade será identificada por peso e dimensão, entre outras características. Carramaschi destaca que o sistema de desembarque de bagagens também será modernizado.
Quanto à segurança, todas as bagagens embarcadas serão submetidas ao "raio X", sem exceção. No caso de uma bagagem ser reprovada, haverá inspeção por um técnico (sem a abertura da bagagem) e, se ainda assim, houver dúvidas, a unidade será submetida à inspeção por meio de um tomógrafo. "Esse equipamento coloca em 3D tudo o que tem dentro da mala", explica o coordenador, sobre a função do tomógrafo. Se ainda persistirem dúvidas, será chamado o "dono" da bagagem, para que abra a mala. Se o responsável não for identificado ou não comparecer, a bagagem será destruída. O sistema terá capacidade de operar, no pico, com o embarque de 4 mil bagagens por hora. Esse processo será acompanhado pela Polícia Federal (PF).
"Há ganhos no processamento e na confiabilidade", afirma Carramaschi. Além disso, esses critérios rígidos de segurança e no cuidados na identificação, classificação e manuseio do material despachado representará um "carimbo de qualidade" à bagagem, facilitando o trâmite no destino. Carramaschi explica que esse forte controle reduzirá os riscos de extravio.
A Infraero iniciou hoje a fase de verificação dos documentos de habilitação das empresas que formam o consórcio que ofereceu o melhor preço para fornecer e instalar o STMB do Terminal 2 do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão/Antônio Carlos Jobim. A operação está sendo firmada por meio do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), o novo sistema que atende obras da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.
O grupo que apresentou o menor valor para executar o projeto foi o consórcio Tecnenge/Vanderlande, com proposta final de R$ 59,5 milhões. Se todos os requisitos forem cumpridos - a apresentação de atestados de regularidade fiscal, trabalhista e de capacitação, entre outros -, esse consórcio será declarado habilitado e considerado definitivamente como vencedor. O superintendente de licitações e compras da Infraero, José Antônio Pessoa Neto, explica que o grupo Vanderlande, de origem holandesa, já operou, por exemplo, no aeroporto Charles de Gaulle, na França.
sobe
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Jornal de Turismo
Gol investe no interior de São Paulo com novo voo para Bauru
Qui, 05 de Janeiro de 2012 16:05
Gol, a maior companhia aérea baixo custo baixa tarifa da América Latina, inaugura mais uma opção de voo entre Bauru e São Paulo. A empresa acaba de anunciar que a nova operação terá origem no aeroporto de Congonhas, na capital paulista, e começará no dia 15 de janeiro.
“Essa é nossa segunda opção de frequência entre as cidades e seu grande atrativo é o horário, pois o público corporativo da região, que busca mais flexibilidade em nossa malha, vem crescendo”, destaca Eduardo Bernardes, diretor Comercial da Gol.
“Nossos principais objetivos são inovar e trazer comodidade nas viagens de avião, que tem se tornado casa vez mais populares em nosso País. Esse trabalho tem produzido efeitos positivos para o setor como um todo”.
sobe
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Mercado&Eventos
Gol oferece passagens de ida gratuitas para Macapá (AP)
05/01 - 12:52
A partir de hoje (05), os clientes que estão se programando para conhecer a capital do Amapá podem encontrar passagens de ida gratuitas. Para comemorar o aniversário de Macapá, que acontece no dia 4 de fevereiro, a Gol Linhas Aéreas Inteligentes colocou no ar a promoção “Você Faz a Festa”. Para participar da ação, basta ter Macapá como destino e comprar os bilhetes de ida e volta simultaneamente entre hoje (05) e o dia 26 de janeiro.
Os bilhetes promocionais são válidos para voos que partem de Belém, Fortaleza, Brasília, São Luiz, Manaus, São Paulo, Rio de Janeiro/ Galeão, Goiânia e Recife.
Passageiros que costumam se programar, além de ganhar a passagem de ida, pagam barato na volta. Uma dica da companhia é adquirir os bilhetes com, aproximadamente, 28 dias antes da viagem. Outra dica importante é ficar atento às ações promocionais: para que os clientes aproveitem estes períodos, a Gol Linhas Aéreas Inteligentes criou um link especial de promoções em sua fan page no Facebook. Para acompanhar as novidades, basta “curtir” a página.
Além disso, a empresa recomenda que as viagens sejam realizadas fora dos horários de maior demanda, como às terças, quartas, sábados após o meio dia ou domingos até o meio dia. Nesses períodos, a Gol Linhas Aéreas Inteligentes costuma oferecer tarifas ainda mais baixas.
Os voos devem ser realizados entre os dias 4 e 10 de fevereiro e as passagens devem ser adquiridas pelo site da companhia, em http://www.voegol.com.br. O valor promocional está sujeito à disponibilidade de assentos nas aeronaves.
Mais informações e o regulamento da ação podem ser obtidos no site da companhia ou com a Central de Relacionamento com o Cliente, pelo telefone 0300-115-2121.
sobe
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Mercado&Eventos
Singapore Airlines oferece tarifas promocionais para início do ano
05/01 - 11:13
A Singapore Airlines divulga campanha com tarifas promocionais válidas para emissão até a segunda quinzena de janeiro. Os voos da companhia saindo de São Paulo para Barcelona (Espanha) e Cingapura saem a partir de US$ 788 e US$ 1888, respectivamente. Para destinos como Tóquio (Japão) e Xangai (China), as tarifas estão a partir de US$ 2088. A promoção é referente a passagens de ida e volta em classe econômica com compra até 15 de janeiro e embarque até 31 de março. A compra da passagem pode ser efetuada pelo site www.singaporeair.com ou diretamente com agências de viagem. Para saídas de outras cidades do Brasil, a companhia recomenda contato com as agências de viagem.
sobe
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Panrotas
Publicada em 5/1/2012 12:46:00
Azul coloca ATR 72-600 entre CPQ e Rio Preto em 15/2
O dia 15 de fevereiro marcará o início das operações da Azul entre as cidades de Campinas e São José do Rio Preto, ambas no interior de São Paulo, com a aeronave turboélice ATR 72-600.
A aeronave conta com sistemas eletrônicos de navegação, instrumentos de orientação incorporados em monitores LCD, além de aeronave oferecer poltronas em couro, dispostas em pares nas fileiras. O modelo tem capacidade para 70 passageiros.
OPERAÇÃO
A Azul opera cinco frequências diárias entre o Aeroporto Estadual Prof. Eribelto Manoel Reino, em São José do Rio Preto, e o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.
Os voos partem de Rio Preto às 6h20, 10h05,13h40, 17h17 e 20h52. No sentido oposto, saem de Campinas às 8h15, 11h50, 15h33, 19h10 e 22h57.
Biaphra Galeno
sobe
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Panrotas
Publicada em 5/1/2012 10:31:00
Iberia publica lista completa de voos cancelados
A Iberia divulgou a lista dos voos cancelados entre os dias 8 e 11 próximos, por causa da greve de pilotos. A companhia já havia anunciado quais seriam os voos de longa distância suspensos (entre eles os voos para São Paulo), mas agora publicou a lista completa de operações, que totaliza 266 voos. Entre os voos de média distância, serão afetadas as operações em destinos como Lisboa, Londres, Bruxelas, Amsterdã, Paris, Frankfurt, Milão, Moscou, Roma e Zurique, entre outros.
A lista de voos domésticos conta com 84 cancelamentos da ponte aérea Madri-Barcelona, além de voos para destinos como Sevilha, Málaga, Bilbao, Santiago de Compostela e Vigo. A companhia aérea anunciou ainda flexibilização de tarifas para facilitar as mudanças de voos e os reembolsos aos passageiros afetados. Além do site da companhia, o www.iberia.com, com informações atualizadas sobre os cancelamentos, a Iberia está enviando mensagens aos clientes com passagens adquiridas para os voos cancelados.
Maria Izabel Reigada
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Portal iG
Boeing entrega 477 aviões comerciais em 2011
Em 2010, a fabricante americana entregou 426 unidades; campeão de vendas da companhia foi o modelo 737 de corredor único
Reuters
05/01/2012 16:24
A Boeing divulgou nesta quinta-feira aumento das encomendas e das entregas de aviões em 2011 sobre o ano anterior, em meio à crescente demanda por aeronaves mais eficientes.
A fabricante norte-americana disse que entregou 477 jatos comerciais em 2011, acima dos 426 em 2010. A empresa recebeu encomendas líquidas -novos pedidos menos cancelamentos- por 805 unidades no ano passado, contra 530 em 2010.
A Boeing tinha dito que esperava entregar cerca de 480 aeronaves em 2011.
O campeão de vendas da companhia, o modelo 737 de corredor único, teve encomendas líquidas de 551 unidades em 2011, enquanto o jato de dois corredores 777 conquistou 200 pedidos, estabelecendo um recorde anual para a empresa.
A Boeing informou ainda que tem mais de 1.000 pedidos e compromissos de compra de seu novo 737 MAX, que será equipado com um novo motor que promete eficiência de combustível e com previsão de chegar ao mercado em 2017.
As entregas do novo jato 787, de fibra de carbono, somaram três unidades no ano passado. O modelo entrou em serviço em 2011, ano em que conseguiu 11 pedidos líquidos.
A fabricante europeia de aviões Airbus entregou mais de 530 aviões no ano passado, superando a previsão da própria companhia e garantindo sua liderança diante da Boeing no mercado de aviação comercial pelo nono ano consecutivo, disseram fontes da indústria.
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