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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

CLIPPING 10.01.2012

O Estado de S.Paulo
Concessões vão exigir aporte extra da Infraero
Estatal vai precisar de mais R$ 403 milhões para Guarulhos, Viracopos e Brasília
10 de janeiro de 2012 | 3h 04
EDNA SIMÃO, RENATO ANDRADE / BRASÍLIA
O Estado de S.Paulo

O governo federal terá de fazer uma injeção adicional de R$ 403 milhões nas empresas que serão constituídas após a concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília para garantir a participação acionária de 49% no negócio. O leilão está marcado para 6 de fevereiro.

A previsão inicial da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) era de entrar com R$ 195,8 milhões. Porém, as alterações no edital de leilão dos aeroportos após avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU) fizeram com que o desembolso previsto saltasse para R$ 598,8 milhões.

O aumento do aporte da Infraero será necessário porque o TCU elevou em mais de três vezes o capital social mínimo, ou seja, o montante necessário para se constituir e iniciar as atividades da nova empresa enquanto ela não tiver recursos suficientes para se sustentar.

Na minuta do edital de concessão, o capital mínimo exigido para os três aeroportos era de R$ 399,6 milhões. Esse valor, no entanto, teve uma alta de mais de 200%, atingindo R$ 1,2 bilhão. No caso do Aeroporto de Guarulhos, passou de R$ 191,5 milhões para R$ 543,3 milhões.

A situação se repete em Viracopos, cujo montante subiu de R$ 125,97 milhões para R$ 435,5 milhões, e em Brasília, de R$ 82,1 milhões para R$ 243,25 milhões. Uma fonte do governo avalia que o TCU quer impedir a entrada de empresas "aventureiras" no negócio.

Por exigência dos editais de concessão, os três aeroportos terão de ser operados por sócios estrangeiros. Os grupos privados que forem disputar o leilão terão de contar com um operador com pelo menos cinco anos de experiência em aeroportos com trânsito de mais de 5 milhões de passageiros por ano.

Preço mínimo. Além da mudança no capital social do futuro concessionário, o TCU também determinou outras alterações. O preço mínimo do leilão praticamente dobrou. O valor total dos três aeroportos passou de R$ 2,9 bilhões para R$ 5,5 bilhões.

O lance mínimo para o leilão do Aeroporto de Guarulhos, por exemplo, passou de R$ 2,3 bilhões para R$ 3,4 bilhões. O governo aposta que haverá competição pelos aeroportos, o que deve garantir um preço final das outorgas acima dos valores fixados nos editais.

A elevação do preço mínimo foi baseada na revisão dos valores de investimentos a serem feitos pelos futuros concessionários, que foram reduzidos, em média, em 25%.

Agora estão previstas aplicações de R$ 16,2 bilhões para o período de concessão que varia de 20 a 30 anos, sendo R$ 4,7 bilhões em Guarulhos, R$ 8,7 bilhões em Viracopos e R$ 2,8 bilhões em Brasília.

Até a Copa do Mundo de 2014, os vencedores do leilão terão de aplicar R$ 2,9 bilhões. Originalmente, a previsão era de investimentos de R$ 21,3 bilhões, sendo R$ 4,2 bilhões até a Copa do Mundo de 2014.

Atrasos. A ideia inicial do governo federal era licitar os três aeroportos em 22 de dezembro do ano passado. Como houve atraso no cronograma - provocado, por exemplo, pelas alterações no edital para atender às recomendações do TCU -, o leilão foi adiado para fevereiro.

A mudança na data já faz com que algumas obras sejam adiadas. Esse é o caso do segundo terminal de passageiros do Aeroporto de Guarulhos, que será construído no galpão da Transbrasil.

Essa obra terá de aguardar até fevereiro para ser iniciada. Isso porque, se o governo realizasse uma licitação agora, demoraria, pelo menos, três meses para que o empreendimento começasse a sair do papel. Com isso, o governo não quis arcar com esse investimento, que será feito pelo vencedor do leilão.
sobe
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O Estado de S.Paulo
TAM mantém liderança do mercado doméstico em novembro
09 de janeiro de 2012 | 11h 43
REUTERS

A TAM manteve a liderança do mercado doméstico de aviação em novembro, apesar de perder participação no comparativo anual, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil, nesta segunda-feira.

De acordo com a agência reguladora, em novembro a companhia tinha participação de mercado de 40,22 por cento, contra 42,98 por cento do mesmo período do ano anterior. O indicador que mede preço de passagens, yield, enquanto isso, apresentou recuo sobre outubro, informou a companhia aérea.

No acumulado de 2011, a TAM tem 41,22 por cento do mercado, enquanto no mesmo período de 2010 a companhia tinha 42,62 por cento.

Já a Gol -cujos dados ainda não incluem a participação da WebJet, adquirida em julho de 2011- mostrou participação de 36,28 por cento, abaixo dos 37,76 por cento do mesmo mês de 2010. No ano, a Gol tem 37,65 por cento do mercado, contra 39,91 por cento dos onze primeiros meses de 2011.

Entretanto, se for levada em conta a participação de mercado da WebJet em novembro de 5,87 por cento, a Gol teria 42,15 por cento do mercado.

A Azul se manteve na terceira posição em participação no mercado doméstico, com 9,25 por cento, contra 7,24 por cento em novembro de 2010. No ano, a fatia cresceu de 5,86 para 8,45 por cento.

Ainda segundo a Anac, a demanda por voos domésticos no Brasil cresceu 9,62 por cento em novembro em relação ao mesmo mês de 2010, enquanto a oferta de assentos, no mesmo período, cresceu 10,37 por cento.

A taxa de ocupação nos voos ficou em 67,05 por cento, contra 67,51 por cento em novembro do ano anterior.

No acumulado do ano, por sua vez, a demanda mostra avanço de 16,63 por cento, enquanto a oferta avançou 13,33 por cento. A taxa de ocupação subiu de 68,17 por cento nos onze primeiros meses de 2010 para 70,16 por cento no mesmo período do ano passado.

MERCADO INTERNACIONAL

De acordo com a Anac, a TAM se manteve líder no mercado internacional em novembro com 88,53 por cento de participação, acima dos 86,67 por cento registrados no mesmo mês de 2010.

No acumulado do ano, a companhia tem 88,02 por cento do mercado, contra 86,91 por cento do mesmos onze meses do ano anterior.

A Gol, por sua vez, teve 10,01 por cento do mercado internacional em novembro, contra 12,82 por cento obtido no ano anterior. No ano, houve recuo de 12,95 por cento para 10,70 por cento.

De acordo com a Anac, a demanda por voos internacionais cresceu 4,44 por cento em novembro na comparação anual, enquanto a oferta avançou, no mesmo período, 3,37 por cento. A taxa de ocupação, por sua vez, subiu de 74,20 por cento para 74,97 por cento.

(Por Carolina Marcondes)
sobe
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O Estado de S.Paulo
Quatro voos da Iberia em São Paulo são cancelados por greve
Paralisação dos pilotos da companhia espanhola já está no terceiro dia
09 de janeiro de 2012 | 10h 38
Solange Spigliatti, do estadao.com.br

SÃO PAULO - Quatro voos da companhia aérea Iberia que chegariam e partiriam de São Paulo entre hoje e quarta-feira (11), foram afetados pela greve dos pilotos em protesto contra o lançamento de uma companhia de baixo custo, a Iberia Express. A greve já está no terceiro dia.

No Brasil, foram cancelados os voos IB-6820 São Paulo-Madrid, com partida às 21h35 do dia 8 e que tinha horário previsto de chegada às 10h40 desta segunda-feira, e o IB-6821 Madrid-São Paulo, que partia da Espanha às 11h55 desta segunda e deveria chegar às 20h05 no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

Os mesmos voos serão afetados nos dias 10 e 11 de janeiro. No dia 10, será cancelado o voo IB-6820 São Paulo-Madrid, com partida às 21h35, e no dia 11, o IB-6821 Madrid-São Paulo, que partiria da Espanha às 11h55.

A companhia, que cancelou mais de 200 voos neste período, está oferecendo aos usuários uma alternativa de transporte "que leve o passageiro ao seu destino com a maior brevidade possível".
sobe
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O Estado de S.Paulo
Iberia cancela 109 voos na Espanha devido à greve
Este é o terceiro dia da paralisação de pilotos em protesto contra o lançamento de uma companhia de baixo custo, a Iberia Express
09 de janeiro de 2012 | 9h 40
Gabriel Bueno, da Agência Estado

SÃO PAULO - A companhia da Espanha Iberia Líneas Aereas cancelou 109 voos nesta segunda-feira, no terceiro dia de uma greve de pilotos em protesto contra o lançamento de uma companhia de baixo custo, a Iberia Express. A Iberia cancelou 46 voos nacionais e 63 internacionais hoje, mas uma porta-voz da companhia disse que não havia mais problemas com seu cronograma.

A ação é o terceiro dia de greve pelo mesmo motivo e ocorre após dois dias de braços cruzados em dezembro. A Iberia foi forçada a cancelar mais de 400 voos ao longo dos três dias de paralisações.

A companhia aérea convocou uma reunião com o sindicato dos pilotos, Sepla, amanhã, em uma tentativa de evitar um quarto dia de paralisação dos pilotos, marcado para esta quarta-feira.

O Sepla afirma que a nova empresa viola regras trabalhistas, ao separar as operações dos voos da companhia sem a aprovação do sindicato, porém a empresa rejeita a acusação. A Iberia é o braço espanhol do International Consolidated Airlines Group, terceiro maior grupo do setor no mundo em receita. As informações são da Dow Jones.
sobe
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Jornal do Brasil
09/01 às 18h09
TAM, Infraero e o caos aéreo
Jornal do Brasil
Humberto Viana Guimarães

A falta de investimentos na infraestrutura aeroportuária – novos aeroportos, construção de novos terminais e pistas, instrumentos modernos de navegação tipo ILS e mais controladores de vôo – é só uma parte do caos aéreo.

Tudo isso é fruto da incompetência das autoridades federais que, não obstante os sistemáticos discursos de campanha, logo se esquecem do que prometeram, após as eleições. Quem não se lembra do famoso 3º aeroporto de SP prometido pelo ex-ministro Jobim em 2007 e que não saiu do papel?

Afinal, por que as autoridades iriam se preocupar com os problemas do cidadão comum, se elas viajam sem pagar nada nos seus jatinhos e helicópteros e não enfrentam as filas e mazelas dos passageiros que pagam a passagem com o suor de seu trabalho?

Se já não bastasse essa total inércia das nossas autoridades, ainda temos que enfrentar a desorganização da maioria das companhias aéreas, hoje concentradas no duopólio TAM/GOL (sem falar no ridículo serviço de bordo com barrinhas de cereal e amendoim torrado!).

Relato a mais recente experiência que vivi, no dia 21 de dezembro de 2011, quarta-feira, quando estava voltando do Peru pela empresa TAM, voo JJ 8067. Por mais incrível que possa parecer, a viagem entre Lima e Guarulhos, de quase cinco horas, foi feita nos mesmos moldes dos voos internos, ou seja, num avião Airbus A-320 com poltronas apertadas sem espaço para as pernas, como se estivéssemos numa lata de sardinha! Faço essa observação, visto que o voo de ida, no dia 18/12, foi num avião Boeing 767-300 da empresa Lan Chile, muito mais confortável.

Pois bem, o mais curioso, para não dizer ridículo estava por vir. Como eu estava sentado na poltrona 14A (corredor), dei-me conta de que a fileira 13 tinha muito mais espaço que a minha. A poltrona 13A estava ocupada por um senhor que, segundo ele, devido a problemas de circulação, teve que pagar US$ 47,00 (quarenta e sete dólares) para ter mais espaço. Faço constar que as duas poltronas ao lado dele estavam vazias.

Iniciado o voo, descobri que as passageiras que estavam sentadas ao meu lado eram esposa e filha do passageiro que havia pagado por mais espaço. Conversamos com a chefe das comissárias da classe econômica e perguntamos a ela se não haveria a possibilidade de as duas passageiras irem juntas na fileira 13, já que as duas poltronas estariam todo o tempo desocupadas e não haveria nenhum custo adicional para a TAM.

Com a peculiar empáfia como se fosse a dona da TAM, disse de forma clara que, se a esposa e a filha quisessem mais espaço, deveriam ter pago por ele quando fizeram o check-in e que ela não liberaria os dois assentos vagos. Um absurdo, pois não estávamos pedindo que alguém trocasse os seus folgados assentos por outros apertados, mas, sim, que se pudessem ocupar aqueles que permaneciam vazios. E assim transcorreu a viagem com a família separada, como resultado da prepotência e por pura falta de amabilidade da chefe das comissárias. Pergunto: que tipo de treinamento têm estes funcionários?

Vamos em frente, pois tenho algo mais para contar. Antes de chegar ao local de controle da Polícia Federal, lá na frente estava uma funcionária com um jaleco da Infraero que aos berros gritava como se estivesse numa liquidação de fim de feira livre: “brasileiros à direita, estrangeiros à esquerda”. Não seria mais correto que ela tivesse sido treinada para que se postasse logo na entrada do salão e com voz baixa orientasse os passageiros como proceder?

Passada esta etapa, fui para o embarque para Salvador no voo JJ-3170, feito num avião Airbus A-321, conforme está no e-ticket. Vi no painel que o embarque seria no portão 1B, ou seja, pelo remoto (onde não existe finger, aqueles corredores pelos quais embarcamos diretamente no avião e o transporte até a aeronave é feito por ônibus, pois os aeroportos já estão totalmente saturados). Não é preciso dizer que o salão de embarque no térreo estava entupido, pois lá há outras duas portas, a 1A e 1C.

Não obstante ter 61 anos e poder usar a preferência, os anos de experiência me ensinaram como são estes embarques – não há nenhum controle –, e assim preferi ir no último ônibus. Quando desembarquei do mesmo, confesso com toda pureza d’alma que vi a cena mais desrespeitosa, absurda e patética em todos esses 55 anos que viajo de avião.

Às 23h15, havia uma fila de mais de 100 pessoas (e outras tantas dentro de duas vans) esperando para embarcar sob um vento frio e cortante e, ainda por cima, respirando o ar poluído oriundo das descargas (havia outros aviões na proximidade) de querosene das APU (do inglês Auxiliary Power Unit, aquela pequena turbina que fica na parte traseira dos aviões e que serve para gerar energia enquanto o avião está parado).

Por que a TAM não fez um embarque rápido e não procedeu como normalmente é usual nos aeroportos onde não existem fingers e o embarque e desembarque são feitos pelas portas dianteira e traseira? Ou será que a Infraero, que tem uma receita de mais de US$ 1 bilhão por ano, não tinha outra escada para ajudar no embarque?

O caos aeroportuário e o despreparo das empresas aéreas, da Infraero e da Anac já são rotina para o cidadão comum. A Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 serão uma ótima oportunidade para mostrar para o mundo como a nossa realidade é totalmente diferente dos discursos oficiais.

* Humberto Viana Guimarães, engenheiro civil e consultor, é formado pela Fundação Mineira de Educação e Cultura, com especialização em materiais explosivos, estruturas de concreto, geração de energia e saneamento.
sobe
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Jornal do Brasil
09/01 às 17h29
Azul vende passagens por R$ 59,90 para trechos nacionais
Portal Terra

A partir desta terça-feira (10), a companhia aérea Azul passa a vender passagens por R$ 59,90 por trecho. Segundo a operadora, a promoção é válida para novos destinos operados e novas frequências que serão atendidas. A passagem com preço menor pode ser comprada até dia 24.

Segundo a empresa, os bilhetes promocionais poderão ser usados para viagens entre os dias 1º de fevereiro e 31 de março em voos diretos operados pela Azul.

A compra pode ser feita pelo site www.voeazul.com.br , pelo telefone 4003-1118 (em todo o Brasil) ou nas lojas da Azul.

Confira os trechos com promoção

Londrina - Campinas
Bauru - Campinas
Palmas - Goiânia
Curitiba - Foz do Iguaçu
Belo Horizonte (Confins) - Uberaba
Belo Horizonte (Confins) - Rio de Janeiro (Galeão)
Belo Horizonte (Confins) - Campinas
Curitiba - Porto Alegre
Curitiba - Maringá
Campo Grande - Maringá
Cuiabá - Campo Grande
Belém - São Luis
Porto Alegre - Navegantes
sobe
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Valor Econômico
10/01/20120 - 00:01
American deve quase US$ 1 bi ao BNDES
Por Francisco Góes | Do Rio

A recuperação judicial da American Airlines (AA), uma das maiores empresas de aviação comercial dos Estados Unidos, interessa diretamente a um grande credor brasileiro - o BNDES. O banco financiou mais de 200 aviões da Embraer, modelos 135, 140 e 145, à aérea americana, que recebeu as aeronaves brasileiras entre 1998 e 2002. Estimativas de mercado apontam que cerca de US$ 900 milhões, ou 30% do valor inicial do financiamento do BNDES à American, ainda precisam ser pagos pela companhia. Os outros 70%, ou US$ 2,1 bilhões dos cerca de US$ 3 bilhões financiados pelo banco, segundo as projeções do setor, foram quitados.

É sobre essa parte da frota com empréstimos vigentes que vão se concentrar, nos próximos meses, as negociações entre American e BNDES e que também vão envolver a Embraer. O processo está no início e ainda não há registro de default, o que significa parcela vencida e não paga. Até entrar em recuperação judicial em 29 de novembro do ano passado, amparada pelo Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos, a American vinha cumprindo religiosamente os compromissos com o BNDES.

Fontes do setor aeronáutico dizem que o Capítulo 11 dá segurança ao BNDES de que outros credores não terão tratamento privilegiado em relação ao banco na renegociação das dívidas. As primeiras reuniões de negociação ainda serão marcadas. O pagamento dos próximos vencimentos, em 2012, depende dessas negociações. Ao entrar em recuperação judicial, a empresa ganhou esse direito da corte junto aos seus credores e fornecedores.

Nas negociações, existe, porém, a possibilidade de o BNDES ter que assumir, como credor, parte das aeronaves da Embraer hoje em poder da American para recolocar estes aviões no mercado, seja com empresas de leasing, seja com companhias aéreas. Até hoje houve somente um caso de default que obrigou o BNDES a retomar a aeronave financiada e recolocá-la no mercado. Um observador disse que esse é um indicador de que a carteira do banco para o setor aeronáutico é saudável, com boa geração de receitas e de margens, apesar dos riscos. Nessa carteira, há mais de 40 companhias, entre empresas aéreas e de leasing financiadas pelo banco. O BNDES informou, via assessoria de imprensa, que tomou conhecimento da recuperação judicial da American Airlines, foi contatado pela empresa e está em negociação. O banco não faz outros comentários sobre o caso, nem cita valores envolvidos.

O ponto de partida da negociação entre American, BNDES e Embraer será a proposta da aérea aos credores nem seu plano de reestruturação. O banco, segundo fontes próximas das negociações, sente-se confortável por considerar que o processo de reorganização da aérea vai permitir à empresa sentar com todos os credores e apresentar um plano de negócios para o futuro. Uma fonte disse que o BNDES também conta com garantias extras, além das aeronaves, no financiamento. O pedido de proteção, feito à Corte de Falências do distrito sul de Nova Iorque, partiu da AMR Corporation, controladora da American Airlines e da American Eagle.

Em comunicado aos credores e locadores de aeronaves, em 29 de novembro de 2011, o vice-presidente de desenvolvimento corporativo e tesoureiro da companhia, Beverly Goulet, reconheceu que a empresa não podia se dar ao luxo de manter todos os aviões atuais nas suas frotas nem da American Eagle nas taxas atuais. A American considerou, na ocasião, não ter alternativa a não ser negociar reduções substanciais no custo das aeronaves retidas. E admitiu que durante um período garantido pela Lei de Falências planejava pagar o aluguel e a parte principal e juros de hipotecas somente de uma parte da frota de aeronaves.

A análise da empresa de que precisará reestruturar a frota considera as encomendas de novos aviões feitas à Boeing e Airbus. Está claro que a empresa tem necessidade de acelerar a renovação de aeronaves. Como resultado, não deverá requerer todas as aeronaves atualmente em poder da companhia. Segundo sua informação, a frota combinada soma 900 aeronaves. Os modelos 135, 140 e 145 da Embraer, com capacidade de 37 a 50 passageiros, são aeronaves que têm nicho em rotas menores para substituir turbo-hélices, disse fonte do setor.

No início, as mais de 200 aeronaves adquiridas da Embraer tinham o financiamento atrelado à American Eagle. Depois o contrato financeiro e as aeronaves foram transferidos para a controladora. Daí que hoje o devedor do BNDES seja diretamente a companhia aérea americana. "Hoje as aeronaves da Embraer são de propriedade da American, não estão em leasing", disse uma fonte.

O vice-presidente da Embraer para o mercado de aviação comercial, Paulo César de Souza e Silva, disse que a American tomou a decisão de pedir proteção ao Capítulo 11 da Lei de Falências porque tinha o maior custo entre as chamadas "majors" do setor e era a única, entre essas grandes companhias americanas, que ainda não havia seguido esse caminho. Em 2010, United e Continental, anunciaram acordo de fusão.

Para Souza e Silva, quando sair da recuperação, a American deverá ter um custo bem mais baixo, em linha com as demais empresas, e poderá competir e investir de forma a se tornar novamente uma das principais companhias aéreas do mundo. "Ainda não sabemos ao certo quantas aeronaves regionais permanecerão na sua frota [da AA], mas acreditamos que seja a maioria. Poderá haver também novas oportunidades de negócios, com jatos maiores, como os E-Jets [da Embraer]. Teremos que aguardar para saber os planos da AA", disse o executivo em e-mail enviado ao Valor.

A American reconheceu no comunicado aos credores de 29 de novembro que a substancial desvantagem de custos da empresa em relação aos principais concorrentes, os quais também reestruturaram dívidas e custos via Capítulo 11, tornou-se cada vez mais insustentável devido o impacto acelerado da incerteza econômica global. Esse cenário, apontou, resulta em instabilidade de receita, preços de combustíveis voláteis e crescentes e intensificação dos desafios de competitividade.

Fontes do setor aeronáutico não acreditam que a American Airlines vá desaparecer. Pelo contrário, apostam que a empresa poderá sair mais forte do processo de reorganização pelo qual deverá apresentar um plano de negócios que tende a incluir a devolução de aeronaves alugadas e a renegociação de contratos da frota própria.
sobe
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Valor Econômico
10/01/2012 - 00:01
Fabricante busca apoio de banco público
Por Francisco Góes | Do Rio

As dificuldades da American Airlines, empresa que tem na frota modelos dos principais fabricantes de aeronaves, coincidem com as incertezas no cenário econômico internacional. O cenário de crise econômica deve levar as agências oficiais de crédito à exportação da Europa, Estados Unidos, Canadá e Brasil a darem um maior apoio às vendas de aeronaves comerciais da Airbus, Boeing, Bombardier e Embraer em 2012 como ocorreu depois da crise de 2008.

A maior participação dessas agências no financiamento à exportação de aeronaves costuma ocorrer em momentos de falta de liquidez, quando os bancos privados restringem o acesso às linhas comerciais de financiamento. Em 2009 e 2010, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) participou com 27% e 50%, respectivamente, nas vendas de aeronaves comerciais da Embraer. Em 2008, a participação do banco no apoio às exportações da empresa havia sido de 15%. E em 2011 ficou em 36%.



No caso da Airbus, Boeing e Bombardier o apoio do Estado também cresceu após a crise de 2008. Em 2011, o BNDES-Exim, braço de exportações do BNDES, financiou as vendas de aeronaves comerciais da Embraer com um pouco mais de US$ 1 bilhão. O BNDES financia diretamente os compradores das aeronaves da Embraer.

Paulo César de Souza e Silva, vice-presidente executivo da Embraer para o mercado de aviação comercial, disse que entre 2004 e 2007 a empresa não precisou se financiar com o BNDES e utilizou como fontes linhas de bancos comerciais, investidores e companhias de leasing. O executivo disse que a atratividade da aeronave também ajuda a explicar uma maior ou menor dependência das empresas aéreas dos financiamentos dos bancos oficiais.

Silva reconheceu que a crise tende a aumentar a participação das agências de crédito à exportação nas vendas de aeronaves, caso do BNDES no apoio à Embraer, das agências europeias - Hermes, ECGD e Coface - à Airbus, do U.S. Exim à Boeing e da EDC à Bombardier. "No começo de 2011, a situação não era essa, mas o cenário na Europa se complicou. Bancos alemães, ingleses e franceses que financiavam aeronaves se retiraram do mercado, que está mais seco [em termos de linhas de crédito]", disse o executivo da Embraer.

Ele afirmou que a empresa está sempre olhando a diversificação das linhas de financiamento e, nesse contexto, tem prestado mais atenção à Ásia, em geral, e à China, em particular. "Com o crescimento dos países emergentes, a Embraer analisa também contar com fontes de recursos que podem vir dos países asiáticos."

Marc Meloche, vice-presidente de operações estruturadas da Bombardier, concorda que a crise tende a colocar mais estresse para os bancos comerciais financiarem aeronaves. "Como consequência, a expectativa é de que as agências de crédito à exportação preencham essa lacuna [deixada pelos bancos comerciais]", disse Meloche. Ele afirmou que os dados do apoio da EDC à Bombardier são confidenciais e disse desconhecer as estimativas de mercado que apontam para percentuais de participação da agência de crédito canadense nas vendas da Bombarider acima de 80% desde 2009.

Meloche vê um efeito dominó em relação aos custos dos financiamentos uma vez que as agências oficiais de crédito à exportação usam os bancos comerciais como referência para os seus termos e condições de financiamento. À medida em que as linhas comerciais se tornam mais caras, o crédito dado pelas agências também tende a subir.

Ele afirmou que o acordo setorial aeronáutico, no âmbito da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), passou por revisão em 2011. O acordo fixa termos e condições para operações de crédito. E fixa compromissos segundo os quais as agências têm que cobrar um juro mínimo representativo de uma média dos custos de mercado praticados na ocasião do financiamento.

A Boeing informouo, por e-mail, que o apoio do U.S. Exim à empresa em 2011 deve ter ficado em cerca de US$ 12 bilhões. Em 2010, esse valor foi de US$ 7,9 bilhões. A empresa ainda não divulgou previsões sobre 2012, mas disse que com os crescimentos nas taxas de produção de aeronaves (da Boeing e da Airbus) o apoio das agências de crédito à exportação deve ser maior este ano do que foi em 2011.

A Boeing continua a ver forte demanda para as aeronaves comerciais da empresa e informou que mantém carteira recorde de pedidos, com 3.771 unidades. Já a Airbus mostrou-se confiante que o mercado de aviação comercial vai sustentar o crescimento da empresa nos próximos anos apesar do enfraquecimento do ambiente macroeconômico, em especial das economias europeias. O financiamento de curto prazo, segundo a Airbus, está plenamente assegurado. A empresa disse que as agências de crédito à exportação têm permitido à aviação comercial ter aeronaves mais modernas e eficientes do ponto de vista ambiental.
sobe
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O Povo - CE
09/01/2012 - 18h23
Transporte aéreo doméstico cresce cerca de 17% no acumulado de janeiro a novembro de 2011
Em relação à oferta, o crescimento ficou em 14,31%
Anac

A demanda por transporte aéreo em rotas domésticas cresceu 9,62% em novembro do ano passado em relação a novembro de 2010, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 9, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No acumulado de janeiro a novembro de 2011, o crescimento da demanda doméstica ficou em 16,63% se comparado ao mesmo período de 2010.

Em relação à oferta, o crescimento ficou em 14,31%. Nas rotas internacionais feitas por empresas brasileiras, o aumento da demanda por voos domésticos foi 5,91% e o da oferta, 6%, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo a Anac, as empresas Gol e TAM mantêm a liderança no mercado doméstico, com 40,22% e de 36,28%, respectivamente. No mercado internacional, as duas companhias responderam por 98,54% da participação de empresas brasileiras no transporte aéreo, dos quais 88,53% da TAM e 10,01% da Gol.

A taxa média de ocupação dos voos domésticos de passageiros alcançou 67,05% em novembro de 2011. No acumulado de janeiro a novembro de 2011, o aproveitamento médio no mercado doméstico foi 70,16%, ou seja, 2,91% maior em relação ao mesmo período de 2010.
O mesmo índice nos voos internacionais de passageiros operados por empresas brasileiras alcançou 74,97% em novembro. No período de janeiro a novembro de 2011, o aproveitamento acumulado foi 79,02%, ou seja, 3,30% superior ao mesmo período de 2010.

Agência Brasil
sobe
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Diário de Pernambuco
Piloto se fere em pouso forçado em Conceição das Alagoas
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
09/01/2012 | 11h39 | Minas Gerais


Reprodução/TV Alterosa

O piloto de um avião modelo Cessna ficou ferido em um pouso forçado em Conceição das Alagoas, no Triângulo Mineiro. Imagem: Reprodução/TV Alterosa
Reprodução/TV Alterosa

O piloto de um avião modelo Cessna ficou ferido em um pouso forçado em Conceição das Alagoas, no Triângulo. Foi no início da noite deste domingo em uma zona rural na área da fazenda Bosque Belo.

Segundo a Polícia Militar, o piloto saiu do Mato Grosso e estava a caminho do Paraná quando desceu no aeroporto de Uberaba para abastecer. Assim que levantou voo, a aeronave teve uma pane no motor.

O piloto, que estava sozinho, teve apenas ferimentos leves e permanece internado em observação no hospital São Domingos.

Da TV Alterosa
sobe
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Diário do Pará
Terça-feira, 10/01/2012, 03h33
Aeroporto volta a funcionar normalmente

Uma das pistas do Aeroporto Internacional de Belém voltou a operar normalmente ontem. A pista foi interditada após um problema na noite de domingo passado, quando um avião da companhia aérea TAM teve problemas na aterrissagem (os pneus traseiros estouraram causando a derrapagem da aeronave).

Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o incidente causou o atraso de cinco voos no domingo e as decolagens precisaram ser realizadas através da pista auxiliar.

Ainda segundo a Infraero, a aeronave foi retirada da pista por volta de 22h50 do domingo.

Ontem, os voos já estavam totalmente normalizados no aeroporto de Belém.

A Infraero informou que a aeronave que teve problemas foi recolhida para o pátio do aeroporto, onde aguarda por fiscalização, que é de responsabilidade da companhia aérea. A reportagem tentou contato com a empresa, mas não obteve sucesso.

Na ocasião do incidente, a TAM esclareceu, através de nota, que em decorrência das chuvas da tarde de domingo, a aeronave teve os pneus danificados durante o acionamento dos freios ao pousar em Belém.

Segundo a TAM, não houve registro de feridos durante o incidente (havia 60 passageiros na aeronave).

(Diário do Pará)
sobe
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Jornal de Turismo
TAM reforça voos de fim de semana a partir de Congonhas
Seg, 09 de Janeiro de 2012 16:32

A TAM Linhas Aéreas inicia neste mês novos voos durante o fim de semana como parte do remanejamento da malha aérea doméstica da companhia. A partir do aeroporto de São Paulo/Congonhas, as novas frequências têm como destino Vitória (ES) e duas cidades na região Sul: Joinville (SC) e Londrina (PR).

De São Paulo para Vitória, o novo voo, operado por um Airbus A319, decola aos sábados, às 22h01, e tem chegada prevista para as 23h41. No sentido inverso, aos domingos, a sua saída está programada para as 7h28, com chegada às 9h27.

Para Joinville, aos domingos, um novo voo decola de Congonhas às 8h44 e chega ao seu destino final às 9h39. Na rota inversa, sai de Joinville no mesmo dia às 10h20 e chega a São Paulo/Congonhas às 11h15. A nova frequência também é operada por um Airbus A319.

Já para Londrina, um novo voo já está em operação aos domingos. Neste dia, um Airbus A320 parte de São Paulo/Congonhas às 10h28 e chega à cidade paranaense às 11h26. Na sequência, retorna no mesmo dia para a capital paulista às 11h56, com chegada programada para as 12h54 em Congonhas.

As passagens para os novos voos já estão disponíveis para vendas no site www.tam.com.br, pelo call center (4002-5700, para as capitais, ou 0800 570 5700, para todo o Brasil), via agentes de viagens e lojas da TAM nos aeroportos.

Veja abaixo as novas frequências, expressas em horário de Brasília:


sobe
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Jornal de Turismo
KLM oferece guias de viagens personalizados para seus clientes
Seg, 09 de Janeiro de 2012 16:00

Sempre focada em oferecer o melhor aos clientes antes, durante e após sua viagem, a companhia aérea holandesa KLM inova mais uma vez e oferece o Guia de Viagem KLM. Trata-se de um roteiro exclusivo, personalizado e gratuito onde o viajante pode escolher um destino, listar seus interesses e criar uma programação a partir de suas preferências pessoais.

A partir do dia 10 de janeiro de 2012, o internauta poderá acessar o hotsite KLM City Guide, selecionar uma cidade, escolher três categorias (lojas, parques, teatros, músicas etc) e dentro de cada uma delas selecionar quatro indicações de programas imperdíveis. O guia de bolso será impresso e entregue gratuitamente no endereço cadastrado. Entre os destinos oferecidos, estão 63 cidades nos cinco continentes, com opções de passeios que vão de Moscou à Manila.

O KLM City Guide é mais uma ação que incentiva os passageiros e clientes ao redor do mundo a interagirem ativamente com a companhia, como aconteceu anteriormente com outras campanhas de sucesso, como o KLM Surprise - por meio das redes sociais a KLM verificou hábitos e gostos de passageiros e os surpreendeu no aeroporto com presentes exclusivos; Luggage Tag - envio de etiquetas de bagagem personalizadas; Tile & Inspire - os fãs do Facebook aplicaram suas fotos em um azulejo de porcelana Delft com uma mensagem inspiradora, as melhores propostas estamparam um avião da companhia; Painel KLM - manifestação artística na região central de São Paulo (SP), assinado pelo artista Daniel Melim; e KLM Passaporte - aplicativo para iPhone onde o usuário cria vídeos inspiradores com seus registros de viagem.

Central de Reservas KLM:www.klm.com.br
Capitais e regiões metropolitanas: 4003-1888
Demais localidades: 0800 888 1888
Call center do Programa de Fidelidade Flying Blue: 0800 891 8640
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Jornal de Turismo
Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) abre novo estacionamento
Seg, 09 de Janeiro de 2012 15:13

O Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) abriu um novo estacionamento de veículos, com 316 vagas. Trata-se do primeiro dos quatro bolsões que serão disponibilizados aos passageiros e usuários do aeroporto. Os outros três estão com as obras em andamento. Todos serão operados por uma empresa contratada por licitação.

A área aberta nesta semana de estacionamento possui tarifa diferenciada para permanência de longa duração. Os usuários que deixarem seus veículos por até cinco horas pagarão uma tarifa de R$ 12,00; de cinco a oito horas, R$ 17,00; a diária será de R$ 25,00. O bolsão está localizado no Setor 4 do aeroporto e conta com transporte gratuito até os terminais de embarque e desembarque durante as 24 horas de funcionamento.

Em relação às outras três áreas, elas serão abertas até fevereiro e uma delas, vizinha ao bolsão recém-aberto, tamb ém será destinada aos veículos de longa permanência. As duas unidades restantes serão instaladas no Setor 2 e vão atender ao Terminal 4, destinado a embarque e desembarque de passageiros.

Ao todo, os quatro novos bolsões acrescentarão 1.468 vagas de estacionamento ao complexo aeroportuário. "Essas novas estruturas oferecem uma opção inédita nos aeroportos brasileiros, que é a tarifa diferenciada para a longa permanência de veículos. Quando todos os bolsões forem concluídos, Guarulhos terá 5.248 vagas para veículos, garantindo mais conforto e espaço para os usuários", destacou o superintendente do Aeroporto de Guarulhos, Antonio Montano.
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Jornal de Turismo
Gol investe no interior de São Paulo com novo voo para Bauru
Qui, 05 de Janeiro de 2012 16:05

Gol, a maior companhia aérea baixo custo baixa tarifa da América Latina, inaugura mais uma opção de voo entre Bauru e São Paulo. A empresa acaba de anunciar que a nova operação terá origem no aeroporto de Congonhas, na capital paulista, e começará no dia 15 de janeiro.

“Essa é nossa segunda opção de frequência entre as cidades e seu grande atrativo é o horário, pois o público corporativo da região, que busca mais flexibilidade em nossa malha, vem crescendo”, destaca Eduardo Bernardes, diretor Comercial da Gol.

“Nossos principais objetivos são inovar e trazer comodidade nas viagens de avião, que tem se tornado casa vez mais populares em nosso País. Esse trabalho tem produzido efeitos positivos para o setor como um todo”.
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Mercado&Eventos
Verão de recordes: viagens domésticas ultrapassarão 70 milhões
09/01 - 19:31

Anteriormente, o Ministério do Turismo divulgou uma projeção de que 68 milhões de viagens seriam realizadas por brasileiros dentro do país durante o verão. Entretanto, os números se mostram 3% superiores aos projetados. Dezembro, janeiro e fevereiro de 2012 devem somar mais de 70 milhões de viagens domésticas. Em 2011, o indicador registrou 60 milhões de viagens nacionais realizadas no mesmo período.

De acordo com o Departamento de Estudos e Pesquisas (Depes) do MTur, a revisão da projeção deve-se ao incremento do turismo doméstico verificado durante o Réveillon deste ano. “Em destinos tradicionalmente visitados por estrangeiros, como Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Florianópolis (SC), a presença dos brasileiros foi expressiva. Esse número vem ganhando volume ano a ano”, analisa o diretor do Depes/MTur, José Francisco Salles Lopes. Para o diretor, o aumento dos desembarques domésticos no período de verão foi fortemente impactado pela alta de dezembro.

Considerando a projeção do MTur e o valor médio da tarifa aérea no Brasil em 2011 - estimado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em R$ 255,89 com base na variação janeiro-setembro - os viajantes brasileiros que embarcaram em aviões no ano passado injetaram aproximadamente R$ 2,21 bilhões na economia brasileira, considerando apenas o custo da passagem aérea. Se considerarmos o gasto médio per capita de R$ 900,00, dos brasileiros em viagens no Brasil, teremos mais R$ 71 bilhões diretamente gerados pelo turismo no país em 2011.
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Mercado&Eventos
Trip foca na Região Norte
09/01 - 16:46

Importante polo de integração de toda a região Norte do Estado, Montes Claros continuará no foco da Trip em 2012 e o número de passageiros transportados deve seguir aumentando, devido ao lançamento de novos voos. O mais recente tem como destino Salvador na Bahia. Em 2011, quase 60 mil passageiros embarcaram de Montes Claros (MG) com a TRIP Linhas Aéreas, para 78 rotas no Brasil inteiro.

Além do terminal central da Pampulha, em 2011 a TRIP lançou novas opções de voos de Montes Claros para o Aeroporto Internacional de Confins possibilitando conexões rápidas para as maiores cidades do Brasil. E para ampliar ainda mais a conectividade dos voos que partem de Montes Claros a companhia disponibilizou uma inédita e exclusiva ligação terrestre entre os dois aeroportos da capital do estado, realizada em um confortável ônibus. Este serviço permite aos montesclarenses ainda mais opções de voos para as maiores cidades do país: Manaus (AM), Goiânia (GO), Maceió (AL), a ilha de Fernando de Noronha e várias outras. Os trechos Montes Claros – Belo Horizonte e Montes Claros – Salvador têm tarifas promocionais a partir de R$ 99,90.
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Mercado&Eventos
Copa Airlines comemora seis meses de operação em Porto Alegre
09/01 - 16:01

Após seis meses de operações em Porto Alegre (RS), a Copa Airlines comemora o sucesso e inicia a operação de um voo diário na alta temporada (até 25 de fevereiro de 2012) para a Cidade do Panamá. A companhia estreou em céus gaúchos em dia 16 de junho de 2011, com quatro frequências semanais – às segundas, terças, quintas e sextas-feiras. “Os passageiros do Sul ganharam mais uma opção de viagem e descobriram os fascínios da América Central, do Caribe e do norte da América do Sul, sem a necessidade de se deslocar até o movimentado aeroporto de Guarulhos”, disse o gerente geral da Copa Airlines para o Brasil, Marcos Calixto.

O voo CM 822 parte à 1h32 do Aeroporto Internacional Salgado Filho, com chegada no Aeroporto Internacional de Tocumen (no Panamá), às 6h50. A rota é operada por modernos aviões Boeing 737-700 Next Generation, com capacidade para 124 passageiros, sendo 12 na classe executiva e 112 na econômica.
sobe
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Mercado&Eventos
Taca inicia 2012 com novas rotas
09/01 - 13:57

A Taca Airlines começou o ano com três novas rotas. A companhia passou a ter voos diários de Lima e de Cusco com destino a Puerto Maldonado. Ambos tiveram início no dia primeiro de janeiro. Além disso, a partir de hoje (09/01) a empresa passa a operar a rota Cusco-Arequipa três vezes por semana (segundas, terças e sextas). Essas novas frequências fazem parte do projeto Rotas Peruanas da companhia, que visa consolidar as rotas domésticas da empresa.
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Panrotas
Publicada em 9/1/2012 14:15:00
Turkish quer voo entre GRU e BUE e amplia operações

O aumento de frequências da Turkish Airlines no começo de 2011 para o Brasil teve incremento de 65% na oferta de assentos. Tal mudança refletiu também nos planos da aérea, que pretende oferecer mais uma operação para o País.

“Vivemos uma grande expansão este ano e temos mais para 2012, com o início dos voos para Buenos Aires”, disse o diretor da Turkish para o Brasil, Atagun Kutluyuksel. A empresa espera autorização para estender o voo Istambul-São Paulo (GRU) até Buenos Aires. Com isso, planeja, também, oferecer a rota São Paulo-Buenos Aires para os brasileiros.

Recentemente, a empresa anunciou o início dos voos em codeshare com a Tam. Com o acordo bilateral, cada uma das empresas poderá comercializar assentos em determinados voos operados pela parceira.

EXPANSÃO
A companhia aumentou o número de cidades atendidas e de frequências. Na Espanha, passou a servir mais cinco cidades. Na Itália, ao todo, são seis cidades servidas com voos diretos a partir de Istambul.

“O foco em 2012 serão a Ásia e a África”, antecipa Kutluyuksel. A Turkish Airlines planeja oferecer mais voos e incluir novos destinos na malha aérea destes continentes.

Biaphra Galeno
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Panrotas
Publicada em 9/1/2012 13:22:00
Grupo AF-KLM transporta 75,7 mi de paxs em 2011


Um dos Airbus A340 da frota da Air France no aeroporto Charles de Gaulle, perto de Paris (foto divulgação Grupo Air France-KLM)

NOTÍCIA DO PRESSTUR, PARCEIRO EDITORIAL DO PANROTAS EM PORTUGAL

As companhias aéreas do Grupo Air France-KLM, incluindo a Martinair, transportaram 75,7 milhões de passageiros em 2011, com os voos intra-europeus, incluindo os domésticos, a somarem 68,4% do total ou 51,8 milhões, mais quatro milhões que em 2010, e os intercontinentais, 31,6% ou 22,9 milhões, em alta de um milhão.

De acordo com os dados de tráfego publicados mensalmente pelo grupo, o número de passageiros apenas cresceu em todos os setores de rede, à exceção das rotas do setor África e Médio Oriente, que sofrem o impacto da instabilidade em vários países do norte da África e Médio Oriente.

O setor Europa, incluindo os voos domésticos, foi o que mais cresceu, tendo um aumento de 8,4% ou quatro milhões de passageiros, o que também se deve ao fato de 2010 ter sido um ano de várias perturbações, a mais forte das quais a decorrente da presença da nuvem de cinzas expelida por um vulcão na Islândia, que provocou o fecho do espaço aéreo de vários países em alguns dias de abril e maio.

Para o conjunto do ano de 2011, de acordo com os dados que o grupo publica mensalmente, o setor de voos intercontinentais que mais cresceu foi o das ligações com o continente americano, no qual houve um aumento do número de passageiros em 7,4% ou cerca de 663 mil, para 9,6 milhões.

Seguiram-se os aumentos de 5,6% ou 309 mil passageiros nas rotas da Ásia Pacífico, para 5,8 milhões, cujo crescimento foi afetado pelos acontecimentos de março passado no Japão (forte sismo seguido de tsunami e crise nuclear na central de Fukushima) e de 5,7% ou 175 mil passageiros nas rotas do Caribe e Oceano Índico, para 3,2 milhões.

No setor África e Médio Oriente, 2011 saldou-se por uma queda de 2,1% ou cerca de 114 mil passageiros, para 5,2 milhões.

De acordo com estes dados, em 2011 aumentou o peso das rotas europeias no total de passageiros, em 0,8 ponto percentual, para 68,4%, e em voos intercontinentais apenas as rotas das Américas mantiveram a participação que tinham em 2010, de 12,7% do total de passageiros.

Esta evolução decorre de 79,6% do aumento de passageiros nas companhias do grupo ter sido nos voos intra-europeus, enquanto contributo dos voos intercontinentais foi de 20,4%, com 13,1% nas ligações transatlânticas.

Da Redação
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Panrotas
Publicada em 9/1/2012 12:47:00
Korean Air lança website em português



A Korean Air introduziu a versão em português no website da empresa. A companhia sul-coreana voa três vezes por semana entre Los Angeles (Estados Unidos) e São Paulo (GRU).

“Agora os passageiros podem reservar voos, verificar o seu crédito de milhagem e utilizar outros serviços da Korean Air on-line em português, bem como em coreano e em inglês”, explica Paulo de Oliveira, da Gerência de Vendas Brasil.

“Os serviços web da Korean Air agora estão disponíveis em nove idiomas diferentes, incluindo coreano, inglês, japonês, mandarim (simplificado e tradicional), francês, alemão, russo e português.”

Para acessar o site em português, clique aqui.

Claudio Schapochnik
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Panrotas
Publicada em 9/1/2012 10:26:00
Emirates lança serviço de entrega de bagagem em Dubai

A Emirates lançou o serviço delivery de bagagem, válido para os passageiros que chegarem ao Terminal 3, no Aeroporto Internacional de Dubai. Com a novidade, os clientes poderão ter sua bagagem entregue em qualquer endereço nos Emirados Árabes Unidos por meio de uma taxa.

O serviço pode ser contratado através de qualquer agente de bagagem da Emirates no hall de desembarque após a imigração. O pagamento é feito somente em dinheiro, e a taxa não é reembolsável. As entregas são feitas de duas a três horas após a solicitação.

Rhaiane Sodré
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Portal Terra
10/01/2012 - 08h08
Tráfego de passageiros da LAN cresce 15,9% em 2011

Santiago - A chilena LAN, uma das maiores companhias aéreas da América Latina, registrou alta de 15,9 por cento em seu tráfego de passageiros em 2011, apoiada principalmente pelo bom desempenho de suas operações domésticas nos países onde opera.

A LAN, que espera fechar no fim deste trimestre sua fusão com a brasileira TAM, informou nesta segunda-feira que o aumento anual no tráfego foi estimulado pelo transporte doméstico, que cresceu 23,7 por cento, enquanto que o internacional avançou 12,6 por cento.

A empresa, com sede em Santiago, tem operações na Argentina, na Colômbia, no Chile, no Equador e no Peru, além de unidades de negócios de cargas no Brasil e no México.

O tráfego de cargas teve um aumento interanual de 11,3 por cento em 2011.

"O tráfego e a capacidade de carga cresceram graças à chegada de dois aviões Boeing 767F em dezembro de 2010 e janeiro de 2011 que foram destinados para estimular o crescimento dos mercados da América Latina, da costa oeste dos Estados Unidos e do México", explicou a LAN em comunicado.

A LAN planeja investir mais de 5 bilhões de dólares entre 2011 e 2014 para ampliar a sua frota de aviões.

O agressivo plano de expansão da LAN ganhará mais força com a aquisição da TAM, o que tornará a companhia um dos dez maiores grupos aéreos do mundo.

A LAN, uma das poucas companhias aéreas classificadas com grau de investimento, afirmou que em dezembro seu tráfego de passageiros cresceu 13,6 por cento devido ao forte desempenho de suas operações domésticas, que avançaram 31,5 por cento, em linha com o crescimento da capacidade.

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