O Estado de S.Paulo
Controlador de voo evita tragédia com Boeing em pane no ar
Avião da Gol com 95 passageiros ia de Congonhas para o Rio e foi 'guiado' por terra
08 de dezembro de 2011 | 23h 22
Daniel Trielli - O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - Um avião que havia acabado de decolar do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, teve uma pane nos instrumentos e só conseguiu pousar em segurança após um controlador de voo guiar os pilotos até Viracopos, em Campinas. O Boeing 737-800 recém-adquirido pela Gol estava com 95 passageiros e tinha como destino o Aeroporto Santos Dumont, no Rio.
Veja também:
ÁUDIO: Ouça o diálogo entre pilotos e o controlador de voo
A falha do voo 1536 aconteceu na tarde de 16 de outubro, mas só foi divulgada anteontem, pelo Jornal da Globo. Segundo passageiros que estavam na aeronave, o piloto chegou a anunciar estado de emergência e disse que teria de fazer um pouso forçado.
Quando a pane começou, o piloto contatou o Controle de Aproximação de São Paulo (APP-SP) e disse o código internacional de emergência: "Mayday, mayday, voo 1536". Do outro lado, de frente para o radar que mostrava os aviões sobre a área de Congonhas, Guarulhos, Campo de Marte e Campinas, o controlador Ricardo Blanco, com 31 anos de profissão, respondeu ao chamado do piloto. "No começo (da gravação) estou ofegante, mas com o desenrolar da ocorrência consigo manter a calma", disse o controlador à TV Globo.
O comandante explicou que havia perdido as referências de localização, altitude e velocidade. Além disso, ele estava dentro de uma camada de nuvens, quase sem visibilidade.
Analisando as alternativas de pouso, o piloto perguntou a Blanco sobre as condições meteorológicas dos Aeroportos de Guarulhos, Galeão e Campinas. E também perguntou ao controlador se ele poderia confirmar altitude e velocidade, já que cada um de seus painéis mostrava um dado diferente, com uma diferença de 200 nós (cerca de 370 km/h).
Blanco viu pelo radar que eles estavam em altitude e velocidade seguras e informou que Viracopos tinha a melhor visibilidade. O piloto então pediu ajuda para o controlador orientar o trajeto até Campinas.
A equipe de controle de tráfego suspendeu as decolagens nos aeroportos paulistas para abrir espaço para o Boeing. Em Campinas, o piloto conseguiu ver a pista e confirmou o pouso.
Investigação. As causas da pane não são conhecidas e o caso é investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Segundo a Gol, a aeronave havia sido incorporada à frota uma semana antes da falha e tinha acumulado cerca de 20 horas de voo. Na época do incidente, a empresa divulgou um comunicado afirmando que o trajeto do voo 1536 foi alterado para "a realização de uma manutenção não programada na aeronave".
sobe
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O Estado de S.Paulo
Greve de empresa terceirizada afeta aeroporto em SP
08 de dezembro de 2011 | 19h 51
AE - Agência Estado
Os funcionários da empresa terceirizada que presta serviços de apoio ao controle migratório no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, entraram em greve hoje, segundo a Polícia Federal.
Por conta disso, foi ativado plano de contingência, com substituição dos funcionários grevistas por servidores de outras unidades da Polícia Federal para garantir a normalidade do controle migratório. De acordo com a PF, o órgão está em dia com suas obrigações contratuais com a terceirizada. O reforço de policiais será mantido por tempo indeterminado, até que seja solucionado o problema.
A interrupção do serviço por parte da empresa, de acordo com a PF, implica em descumprimento de cláusula contratual e pode acarretar em aplicação de multa, rescisão do contrato e até impedimento para contratar com o Governo Federal.
sobe
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O Estado de S.Paulo
Associação de Pilotos da Varig: leilão de hotel é farsa
08 de dezembro de 2011 | 18h 57
LUCAS AZEVEDO - Agencia Estado
PORTO ALEGRE - Questionado hoje sobre o leilão do Tropical Hotel Manaus, que pode não ser realizado, segundo decisão da justiça, o vice-presidente da Associação de Pilotos da Varig (Apvar), Elnio Borges Malheiros, disparou: "Isso é mais um passo da mesma farsa. Todo o patrimônio da Fundação Ruben Berta, e o carro-chefe era a Varig - a única coisa que tinha valor significativo, porque sustentava todo o resto -, na verdade seria patrimônio que está preso, porque tudo pertence à fundação". Sobre o contato entre a Apvar e Fundação Ruben Berta, ele disse: "A ligação que temos com a fundação é institucional. Não temos um relacionamento direto. Nesse processo de farsa foi tudo praticamente desestruturado.
Em relação ao processo, Malheiros diz: "Estamos sobrevivendo com um esforço espúrio para continuar na Justiça denunciando as fraudes dentro do próprio processo. É tudo fingimento de que houve recuperação, de que há possibilidade de pagar alguém da maneira que isso está sendo conduzido. A maior parte do dinheiro foi entregue ao grupo do chinês Lap Shan, junto com quatro brasileiros laranjas, que só apareceram para poder fingir que tinham controle sobre a Varig Log para fazer cumprir a lei brasileira. A partir daí, todo dinheiro que entra é usado para alimentar a própria farsa, como se o processo de recuperação pudesse estar em andamento. Mas não há andamento nenhum.
A sentença que diz que a recuperação da Varig foi um sucesso, em 2009, é uma mentira. Isso porque menos de doze meses depois o próprio juiz decretou falência, reconhecendo que a Varig devia três vezes mais do que quando começou o processo." Enquanto isso, diz Malheiros, milhares de pessoas são trucidados. Vários aposentados morreram sem condições de comprar remédio, de se alimentar direito. De 8,5 mi aposentados, quase 10% sucumbiu nesse processo.
sobe
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O Estado de S.Paulo
TAM lança canal próprio de compras coletivas
Na estreia, são oferecidos trechos São Paulo-Ilhéus e Ilhéus-São Paulo com 78% de desconto
08 de dezembro de 2011 | 12h 29
Agência Estado
SÃO PAULO - A TAM lançou nesta quinta-feira, 7, um canal próprio de compras coletivas e fechou parceira com o portal SaveMe para a distribuição de ofertas no Brasil. Segundo comunicado da companhia aérea, o novo canal está disponível dentro do site Ofertas TAM e terá passagens aéreas nacionais e internacionais da companhia com preços especiais. Na estreia, são oferecidos trechos São Paulo-Ilhéus e Ilhéus-São Paulo com 78% de desconto.
"Compras coletivas são uma grande tendência, e passagens e pacotes de viagens são os segmentos de maior sucesso nesses sites", afirma Rodrigo Trevizan, gerente de Novos Canais da TAM.
Além do canal exclusivo da companhia aérea, as ofertas também estão disponíveis no mural do SaveMe. O SaveMe é um portal agregador de sites de compras coletivas. Ele está presente no Brasil, Argentina, Chile, México e Colômbia. Reúne 500 sites de compras coletivas e 30 clubes de compras, somando mais de 5 mil ofertas diárias. Segundo comunicado divulgado à imprensa, a cada mês, o SaveMe recebe 60 milhões de pageviews.
A TAM informa que cada oferta ficará disponível por um tempo determinado e exige um número mínimo de compradores para que seja efetivada. Os usuários podem acompanhar o tempo em que a promoção permanecerá no ar em contagem regressiva e a indicação de quantas pessoas já adquiriram a oferta. As passagens vendidas nesta modalidade também terão regras específicas de utilização, que devem ser conferidas pelo usuário ao efetuar a compra. Para acessar o serviço, é preciso acessar o site da companhia aérea.
sobe
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Folha de São Paulo
08/12/2011 - 14h12
Embraer leva remotorização de jatos ao conselho no fim de 2012
DA REUTERS, EM SÃO PAULO
A Embraer levará o projeto de remotorização de seus jatos regionais para aprovação pelo Conselho de Administração no final de 2012.
"Nosso plano de negócios deve ser aprovado no final do ano que vem, ou seja, o 'go ahead' oficial sai somente no final de 2012", afirmou à Reuters o vice-presidente de Aviação Comercial da fabricante, Paulo Cesar de Souza e Silva, no final da quarta-feira.
Assim, possivelmente ficaria para 2013 o início efetivo das vendas da segunda geração de E-Jets, que além de motor devem receber nova asa --mesmo que antes disso a Embraer já negocie encomendas sem que haja um compromisso formal de compra e venda.
A Embraer, maior fabricante mundial de jatos regionais, avaliou extensamente qual seria seu próximo passo na aviação comercial. A atual família de E-Jets foi lançada no final de 1999 e teve suas entregas começando em 2004, com mais de mil encomendas firmes até agora.
Fora a remotorização, a outra opção que foi abortada pela fabricante brasileira era o desenvolvimento de uma aeronave nova para disputar o mercado de 130 a 160 assentos. Depois que Airbus e Boeing anunciaram que irão equipar com novos motores seus campeões de vendas nessa faixa, o A320 e o 737, respectivamente, a Embraer entendeu que não teria espaço nesse nicho.
O vice-presidente da Embraer evitou estimar os investimentos necessários para a remotorização dos E-Jets, afirmando ser cedo para isso. Há algumas semanas, o executivo tinha dito que seriam necessários cerca de US$ 2 bilhões.
"Temos que entender exatamente o que os clientes vão querer, se vamos remotorizar dois, três ou quatro modelos, se vamos mudar a asa. Está um pouco incipiente para falar em valor."
Os novos E-Jets terão economia de combustível de pelo menos 15% em relação aos atuais e devem incluir uma versão alongada do Embraer 195, ampliando sua capacidade do máximo de 122 para até 132 passageiros.
DESAFIOS
A expectativa é que a segunda geração dos E-Jets tenha suas primeiras entregas a clientes em 2018, conforme informado anteriormente pela Embraer.
Silva reconhece que será um desafio manter o patamar de entregas de pelo menos cem aviões comerciais por ano adiante, já que clientes poderão adiar a assinatura de contratos à espera dos jatos modernizados.
"É um desafio. Para isso temos uma estratégia de melhorar os E-Jets atuais, vamos investir para melhorar a performance dos E-Jets atuais, vamos desenvolver um novo interior, ou seja, vamos mantê-los bastante atualizados e competitivos para que esse risco seja minimizado."
Em 2012, a previsão é entregar "um pouco mais" aeronaves comerciais do que em 2011 --ano em que a meta de 102 unidades será superada "talvez em dois ou três aviões", de acordo com o vice-presidente da Embraer.
Segundo ele, a crise de dívida soberana europeia tem reduzido a oferta de empréstimos para financiar aeronaves.
"Havia bancos na Europa que financiavam aviões e navios que não estão mais no mercado por causa da crise, bancos franceses, alemães e ingleses. Isso é motivo de muita preocupação", declarou. "As fabricantes todas de aviões vão depender mais de financiamento oficial, via agências de crédito à exportação", acrescentou.
Para o próximo ano, contudo, a Embraer está em situação confortável nessa frente, assegurou Silva, adiantando que cerca de 70% das entregas de aviões programadas pela fabricante em 2012 estão com o financiamento equacionado.
sobe
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O Globo
9/12/2011
Didi contra a TAM
Ancelmo Gois
oglobo.com.br/ancelmo
A TAM cancelou em cima da hora o voo JJ 3262, que deveria ter deixado o Galeão às 15h08m de ontem rumo a Fortaleza. Um novo voo só saiu às 18h15m. Um dos passageiros era Renato Aragão, o nosso Didi, que ia para a festa de 50 anos de formatura de sua turma na Faculdade de Direito do Ceará.
Segue...
O humorista chegou no fim da festa. Mas não deixou barato: — Acionei judicialmente a TAM. Não podemos aceitar isso passivamente.
sobe
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Valor Econômico
9/12/2011
Obras nas concessões de aeroportos podem atrasar, avalia TCU
Por Daniel Rittner | De Brasília
Após uma corrida contra o relógio para analisar rapidamente o modelo de concessão dos aeroportos e não atrasar mais os leilões à iniciativa privada, o Tribunal de Contas da União (TCU) criou três situações constrangedoras para o governo, no mesmo relatório em que determinou o aumento dos valores mínimos de outorga.
A advertência mais importante, embora em tom ameno, partiu da Secretaria de Controle Externo do TCU. Seus técnicos constataram a "possibilidade" de que as obras mais urgentes de ampliação dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília não respeitem o cronograma fixado pelo governo aos futuros concessionários e deixem de ficar prontas até o fim de 2013. Nem mesmo com o setor privado assumindo as obras, hoje de responsabilidade da Infraero, o cronograma está assegurado. O maior temor é o tempo necessário para obter as licenças ambientais.
Os investimentos de ampliação dos aeroportos terão cinco fases diferentes. A primeira delas, com prazo de implantação de 18 meses, começará a ser contada no momento de assinatura dos contratos de concessão - o governo prevê que isso ocorra no fim do primeiro semestre. Fazem parte da primeira etapa de investimentos obras de ampliação do pátio de estacionamento para 32 aeronaves e um novo terminal com capacidade para 1.800 passageiros internacionais em desembarque e 2.200 em embarque (na hora-pico), em Guarulhos. Os aeroportos de Brasília e de Viracopos também terão expansões do pátio de aeronaves e dos terminais de passageiros nos primeiros 18 meses de contrato.
A área técnica do TCU observou que os estudos do governo não especificam prazos para a obtenção das licenças ambientais. Por isso, vendo riscos de estouro do cronograma, os ministros do tribunal determinaram à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que especifique, nos contratos, "a quem será imputado o ônus pelo atraso nas obras", caso os prazos para obter as licenças ultrapassem as previsões.
Além do cronograma, o TCU deixou claro que não vê com entusiasmo a participação tão alta da Infraero nos consórcios que vão administrar os três aeroportos. Cada um deles terá 51% de capital privado, mas a estatal ficará com uma fatia de pelo menos 45% - serão 49% no início, mas podendo reduzir em quatro pontos percentuais, com a transferência de ações aos empregados. No acórdão, os ministros do tribunal sugerem ao Palácio do Planalto que "examine a necessidade de participação da Infraero na futura SPE (sociedade de propósito específico) ou estabeleça (...) mecanismo que possibilite e estimule a diminuição gradativa dessa participação".
O ministro-relator do processo das concessões, Aroldo Cedraz, expôs, em seu voto, temores quanto a essa fórmula. "Regidos por lógicas distintas, vislumbra-se que a coexistência da empresa pública e do agente privado na SPE responsável pela gestão do aeroporto ostenta significativa possibilidade de extenso prejuízo à capacidade decisória da concessionária, em detrimento da eficiência originalmente almejada pelo instituto da concessão", disse Cedraz no voto. "Sublinha-se, assim, que a obrigatoriedade de participação da Infraero potencializa os riscos quanto à governança corporativa da SPE."
O relatório do TCU também abriu caminho para a participação de quatro empresas - EBP, Invepar, ATP Engenharia e Constran - nos leilões. Elas haviam entregado estudos de viabilidade dos três aeroportos à Anac e, surpreendentemente, foram barradas das licitações. O governo argumentou conflito de interesses.
Em entrevista ao Valor, o ministro Aroldo Cedraz não entrou em detalhes sobre o seu voto, que é público. Mas destacou que sua principal preocupação é com "a qualidade dos serviços que os passageiros terão daqui para a frente". Ele contou que a última revisão do relatório foi feita na segunda-feira, em seu gabinete, mesmo durante um apagão que durou quase duas horas, em um sinal do compromisso do tribunal em não atrasar as concessões. "O TCU não é para atrapalhar o Executivo, é para ajudar", disse. Mas ele mandou um recado: "Nas próximas etapas do processo, já avisei ao governo que vamos fazer mais determinações do que recomendações".
sobe
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Valor Econômico
9/12/2011
Eventos esportivos e pré-sal puxam vendas de helicóptero no país
Por Virgínia Silveira | Para o Valor, de São José dos Campos
O início da exploração do pré-sal e eventos como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 estão movimentando as vendas de helicópteros no Brasil e atraindo a atenção dos principais fabricantes mundiais. Somente no segmento de offshore, baseado em estimativas divulgadas pela Petrobras às empresas operadoras de helicópteros, a previsão é de que a frota vá dobrar, devendo chegar a 300 unidades, entre três a quatro anos.
O mercado brasileiro de helicópteros, segundo o presidente da Associação Brasileira dos Pilotos de Helicóptero (Abraphe), Rodrigo Duarte, já está sendo considerado por muitos como o número um em termos de demanda, tendo em vista a estagnação dos mercados americano e europeu.
"As escolas de formação de pilotos de helicópteros não param de voar e até setembro a Anac já havia emitido por volta de 800 licenças para piloto comercial de helicóptero, 200 a mais que o total emitido durante todo o ano de 2010", comentou.
O consultor aeronáutico Túlio Brandão, da Aeroconsulting, acredita que o mercado brasileiro vai absorver, nos próximos anos, uma média de 60 helicópteros por ano em todos os segmentos: corporativo, offshore, governamental e de defesa. "O Brasil se tornou um grande mercado para investimentos nessa área, embora ainda exista um certo temor dos investidores, devido às oscilações que vem ocorrendo nos sistemas econômicos em todo o mundo", comentou.
O setor conta hoje com uma frota de 1.495 aeronaves em todo o país, sendo 592 apenas em São Paulo
O setor, segundo o presidente da Abraphe, conta hoje com mais de 3000 pilotos de helicópteros em exercício no Brasil e uma frota de 1.495 aeronaves, sendo 592 em São Paulo. " Até 2020, de acordo com as estimativas de demanda da Petrobras, o Brasil vai precisar dobrar o número de pilotos para atender ao segmento de offshore."
Atenta ao boom de demanda nesse segmento, a Helibras, com 53% da frota de helicópteros a turbina em operação, vai instalar no Rio de Janeiro o primeiro simulador para os modelos EC-725 (vendido para as Forças Armadas Brasileiras) e EC225, utilizado em operações offshore.
"A empresa está investindo US$ 10 milhões neste sistema, que permitirá aos pilotos fazer o treinamento no Brasil", disse o gerente de vendas para o Mercado Militar e de Óleo e Gás da Helibras, Sergio Roxo.
Segundo o executivo, a Petrobras informou que terá uma demanda adicional de 80 helicópteros até 2020. "Isso significa que serão necessários mais 480 pilotos. Se tivermos 50% desses contratos, o simulador do EC225 teria uma previsão de operação de 2 mil horas por ano somente para treinamento de novos pilotos voltados para o setor de offshore", afirmou.
Embora não tenha equipamentos específicos para atuar no mercado de offshore, a fabricante americana Bell informa que tem interesse em atender a demanda da Petrobras. "A Bell tem 19% de participação na frota de helicópteros em operação no Brasil, que está entre os cinco mercados mais estratégicos para a companhia no mundo. Tanto que recentemente nomeou um diretor de vendas da marca para os negócios no país", comenta o presidente da TAM Aviação Executiva, representante da Bell no país, Fernando Pinho.
Mais focada no mercado de helicópteros corporativos, a TAM acredita que o incremento da demanda no segmento governamental, impulsionada pelos eventos da Copa do Mundo e das Olimpíadas, levará a empresa a mudanças no seu perfil de atuação. "A Bell e a TAM não têm tradição em participar de licitações públicas no Brasil, mas em função do movimento desse mercado criou uma área específica para cuidar desses negócios", explicou o executivo da TAM.
Segundo Pinho, a TAM está participando de duas licitações públicas nas áreas de defesa e segurança. O diretor de Marketing e Vendas da Bell no Brasil, Lismar Marques da Silva, ressalta que a Bell tem tradição no fornecimento de helicópteros para as forças armadas nos Estados Unidos, área que responde pela maior parte da receita da companhia. "Os helicópteros Bell 429 e o Bell 407, hoje voltados para o segmento corporativo, poderão ser utilizados pelo setor público (polícias e governos)", disse Silva.
No mercado civil, a TAM Aviação Executiva comemora os resultados obtidos em 2011. "Crescemos 40% nos últimos dois anos e com base nos pedidos já colocados este ano estamos prevendo um aumento de 50% nos negócios da empresa em 2012", disse o presidente da empresa.
"Os helicópteros estão tomando um espaço grande nas vendas de aeronaves executivas da TAM e no próximo ano a estimativa da empresa é que eles respondam por entre 35% e 40% das nossas vendas", calcula o executivo.
Em 2010, segundo Pinho, a venda de helicópteros representou 20% da receita total da aviação executiva da TAM. "A demanda pelo helicóptero é maior que a de aeronaves pela sua flexibilidade, principalmente em relação ao ganho de tempo no deslocamento", explicou.
Outra fabricante americana de olho no mercado brasileiro é a Enstrom, que decidiu retomar seus negócios no Brasil e nomeou a Aerolink, de São José dos Campos, seu novo representante no país. O diretor comercial da Aerolink, Carlos Aquino, disse que a Enstrom quer consolidar a sua marca no Brasil e para isso, além de uma equipe de vendas, terá um centro de manutenção e reposição de peças.
"Já estamos selecionando um local para abrigar o centro, que entrará em funcionamento no primeiro semestre de 2012", disse. A Aerolink, segundo Aquino, em parceria com a empresa Gespi, de São José dos Campos, também pretende montar uma empresa de táxi aéreo com os helicópteros Enstrom, que irá operar na mesma área do centro de manutenção da marca no Brasil.
Os modelos comercializados no país pela Enstrom serão o monoturbina 480B e os modelos a pistão 280F e 280FX. O 480B está sendo negociado por US$ 1,06 milhão. O 280FX pode ser adquirido por US$ 470 mil, sem os impostos. Atualmente, de acordo com o executivo, existem só dois modelos Enstrom em operação no país, mas no mundo a marca voa em mais de 40 países, totalizando um número superior a 500 helicópteros.
Um dos helicópteros mais vendidos no Brasil, no segmento civil, o Robinson, conta hoje com 480 unidades em operação no país. Os modelos de maior sucesso da marca, segundo o diretor comercial da Audi Helicópteros, representante da Robinson no Brasil, Gualter Pizzi, são o R44 Raven II e o R66 Turbina, lançado em 2010.
Considerado o terceiro maior mercado para o grupo em todo o mundo, o Brasil deve responder pela venda de 45 helicópteros este ano. "O mercado vem crescendo da ordem de 15% ao ano e a nossa expectativa é a de alcançar cerca de 50 helicópteros vendidos em 2012", afirmou. A Robinson está presente em dez países da América Central, com centros de manutenção em todos eles, mas o Brasil, de acordo com o diretor da Audi, é considerado o maior mercado nesta região.
sobe
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Valor Econômico
9/12/2011
Brasil é mercado prioritário para a americana Sikorsky
Por Para o Valor, de São José dos Campos
A fabricante americana de helicópteros Sikorsky elegeu o Brasil como a prioridade número um da empresa, que enxerga o país como o maior mercado potencial a curto e médio prazo nas áreas civil e militar. Segundo o diretor-gerente da Powerpack , representante da marca americana no Brasil, Marcos de Souza Dantas, a Sikorsky pretende expandir sua presença no país na área de manutenção e reparos para melhorar o apoio aos seus operadores.
A partir de 2012, segundo ele, a Sikorsky irá instalar um armazém alfandegado que atenderá às frotas civil e militar. "Estamos em fase final de análises para a determinação do local mais apropriado", informou. O executivo comenta que a empresa também já manifestou a intenção de implantar uma linha de montagem no Brasil para os diferentes modelos produzidos pela Sikorsky, ressaltando, no entanto, que esse projeto acontecerá em consonância com novos contratos de aquisição.
"A partir daí é que poderemos determinar as necessidades de espaço, mão de obra, ferramental, entre outros", completou. O centro de manutenção do Brasil, segundo Dantas, será uma opção também para os outros países da América Latina onde já operam os helicópteros da marca. Os maiores operadores estão hoje na Colômbia e no México, mas o Chile e a Argentina também contam com algumas unidades desses helicópteros.
No ano passado, de acordo com o representante da marca, a Sikorsky vendeu oito helicópteros S-76, que transporta entre 10 e 12 passageiros, e quatro S-92, biturbina para até 21 passageiros e autonomia de cinco horas de voo. Para este ano, a previsão é de um total de cinco S-76, cinco S-61 e seis Black Hawk. Entre os modelos mais vendidos da marca no Brasil, Dantas destaca o S-61, com 14 unidades, o S-76, com cerca de noventa e o S-92, que tem nove, além do Black Hawk, com dez.
No segmento civil, a maioria dos helicópteros opera no apoio às operações offshore e alguns estão configurados para o transporte de executivos. Os modelos Black Hawk, por sua vez, são operados pelas Forças Armadas. A Marinha vai receber os primeiros SeaHawk em 2012.
Na área do offshore, as previsões da Petrobras para o número de passageiros a serem transportados, segundo Dantas, indicam que haverá um crescimento expressivo da frota de helicópteros de grande porte, necessários para o apoio às plataformas mais distantes. "Nos próximos três a quatro anos, segundo a Petrobras, a frota desse tipo de helicóptero deverá triplicar. O S-92, com certeza, fará parte desse universo", afirmou.
A Sikorsky está presente no Brasil desde a década de 60 com o fornecimento do modelo H-34 para a Força Aérea Brasileira (FAB). O representante da Sikorsky conta que, na década de 80, a empresa transferiu para a Embraer a tecnologia de produção de materiais compostos, atualmente muito utilizada nos aviões brasileiros.
"A Embraer se tornou uma das parceiras da Sikorsky no desenvolvimento do helicóptero S-92 e hoje é fornecedora exclusiva do sistema de combustível e trens de pouso para a linha de produção da empresa", comentou. (VS)
sobe
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Diário do Nordeste
Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil comunica cancelamento de greve na TAP
08 de dezembro de 2011 // 23h22
(Luis Márcio Domingues)
A greve dos pilotos da TAP, que estava prevista para iniciar nesta sexta-feira (9), foi cancelada pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), segundo informa o próprio site da companhia aérea.
Sendo assim, as operações da empresa portuguesa durante o final de semana devem funcionar normalmente.
Em Fortaleza, a companhia aérea portuguesa já estava se preparando para possíveis transtornos nos voos. A greve está ligada ao processo de privatização da TAP.
A paralisação poderia afetar mais de 100 mil passageiros nos próximos quatro dias, gerando um prejuízo de cerca de 20 milhões de Euros à TAP. Um segundo movimento grevista dos funcionários da empresa está previsto para janeiro.
Os pilotos esperam, em uma das exigências, que os trabalhadores possam assegurar o direito a uma fatia do capital da TAP no quadro de privatizações da empresa.
Uma nota foi publicada no site do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil explicando os motivos do cancelamento da paralisação.
Confira a nota na íntegra:
Caros Associados,
As 23:00 de 8 de Dezembro de 2011 a Direcção do SPAC decidiu cancelar o primeiro bloco de greve previsto para os dias 9, 10, 11 e 12 de Dezembro, porque encontrou no Governo um interlocutor sério e interessado em viabilizar uma solução equilibrada para o envolvimento dos Pilotos no processo de privatização, porque obteve as garantias suficientes para que o Acordo de Empresa seja cumprido e que haverá a recuperação de um clima laboral saudável, através da equidade no tratamento entre Pilotos e Chefias.
Decorrendo desta decisão, e dado que a Direcção do SPAC precisa do mandato dos Pilotos para decidir quanto à manutenção ou anulação do segundo bloco de greve, previsto para Janeiro de 2012, será convocada de imediato uma Assembleia de Empresa na qual serão apresentadas as razões que fundamentaram a decisão da Direcção do Sindicato e para que os Pilotos se possam pronunciar e decidir democraticamente sobre este importante assunto.
Todas as acções previstas para amanhã no SPAC serão mantidas, com a presença dos nossos colegas de companhias internacionais. A Direcção do SPAC também aproveitará para começar a esclarecer os Senhores Associados sobre os motivos que levaram a esta desconvocação.
A Direcção do SPAC lamenta que tenha tido a necessidade de recorrer à greve para dirimir um conflito com a Administração da TAP que durava há mais de um ano.
Como sempre afirmamos, a nossa união é e será fundamental. Mais uma vez os Pilotos provam que mantêm sempre uma postura responsável, séria e construtiva.
Com os melhores Cumprimentos,
A Direcção
sobe
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Diário do Nordeste
Aviação no Brasil é um mercado praticamente sem concorrência
08 de dezembro de 2011 // 17h09
(Mariana Fontenele)
As companhias aéreas Gol e TAM somam quase 80% de domínio no mercado da aviação civil no Brasil, segundo dados da Agência de Aviação Civil (Anac). De acordo com o órgão, a participação da TAM em era de 39,62% do mercado doméstico, contra 38,22% em setembro. Já a Gol obteve 37,08% também em outubro, contra 38,87% em setembro.
O amplo domínio de somente duas empresas em um país de dimensões continentais afeta diretamente o bolso do brasileiro. De acordo com especialistas, a concorrência existe, mas não haveria uma disputa de forma acirrada em relação aos preços - fato que deixa as tarifas mais elevadas.
Recentemente, em junho, a Gol adquiriu outra empresa em operação no mercado doméstico, a Webjet. Caso as operações da Gol e da Webjet já estivessem integradas, porém, a participação da Gol em outubro atingira 42,89% - superando assim a TAM.
Já o crescimento da Azul, segundo a Anac, manteve-se na terceira posição e ficou com 9,14% do mercado doméstico em outubro. No mesmo período do ano passado a participação era de 6,63%.
Concorrência
Para o consumidor os dados apontam "a falta de opções de serviços" e "o prejuízo da concorrência", segundo análise do professor e coordenador do curso de admnistração da Universidade Federal do Ceará no campus Cariri, Roberto Ramos.
“Tecnicamente pode-se dizer que há concorrência, pois não se tem notícia ou indícios de que essas companhias ajam em forma de cartel, mas acredito que não há uma disputa real.”, analisa o professor.
Foram três os principais fatores apontados pelo professor que indicam o prejuízo para o consumidor.
“Nem todos os destinos são atendidos por mais de uma companhia. Isso faz com que, muitas vezes, os passageiros só tenham uma opção. Em segundo lugar, quando o destino é feito por mais de uma empresa, os horários dos vôos são tão díspares que isso, por sí só, não caracteriza uma concorrência, visto que na maioria das vezes as pessoas que viajam de avião escolhem seus horários por causa de compromissos pré-agendados. Por fim, os serviços e tarifas são tão parecidos que não há um estímulo para que o consumidor escolha o serviço que mais se adequa a ele, com o melhor custo/benefício”, diz.
Qualidade dos serviços
Segundo o professor, a falta de opções do consumidor também afeta a qualidade dos serviços prestados pelas companhias. "Voos atrasados, espaço interno insuficiente e atendimento insatisfatório são as principais queixas dos clientes".
“Quando uma empresa não nos atende bem, a maior lição que podemos dar a ela é deixar de ser seu cliente e passar a ser cliente de um concorrente que nos atenda melhor. No setor aéreo isso não é possível. A escolha acaba sendo entre a que presta um serviço ruim e outra que oferece um serviço pior ainda”, reclama Roberto Ramos.
Demanda
Se comparado ao mesmo período do ano passado a demanda total por voos no Brasil cresceu 8,81% em outubro. A oferta de assentos, por sua vez, cresceu 12,85% em outubro e 13,7% no acumulado do ano.
Participação internacional
A TAM, sendo a única empresa brasileira a realizar voos para fora da América do Sul e do Caribe, lidera com folga o mercado internacional. Em outubro sua fatia chegou a 88,46%, contra 9,98% da Gol.
A demanda por voos internacionais cresceu 3,42% em outubro, enquanto a oferta de assentos, também em outubro, avançou 3,81% - se comparado ao mesmo período do ano passado.
sobe
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Paraná-online
Atualizado: 08/12/2011 - 12:00
Passagens aéreas e gasolina deram trégua ao IPCA em novembro
AE AGÊNCIA ESTADO
Os preços das passagens aéreas diminuíram a alta em novembro, contribuindo para amenizar o impacto do grupo Transportes na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou o índice hoje, a queda na gasolina também levou o grupo a uma ligeira alta, de 0,01%, após ter registrado variação positiva de 0,48% em outubro.
As passagens aéreas subiram, em média, 3,91% em novembro, enquanto em outubro a alta chegou a 14,26%. Já o litro de gasolina ficou 0,25% mais barato no mês passado, após ter tido um aumento de 0,17% no mês anterior.
No entanto, o litro do etanol ficou mais caro, saindo de uma queda de 0,36% para uma alta de 1,28%, na mesma base de comparação. Outros itens como seguro voluntário (de 4,50% em outubro para -0,56% em novembro) e automóveis, tanto novos (de -0,09% para -0,51%) quanto usados (de -0,15% para -1,08%), tiveram queda de preços.
sobe
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Paraná-online
Atualizado: 08/12/2011 - 11:05
Leilão de aeroportos ficará para janeiro, prevê ministra
AE AGÊNCIA ESTADO
A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Míriam Belchior, afirmou hoje que o leilão de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília vai ficar para o final de janeiro. Inicialmente, a concessão estava prevista para o dia 22 de dezembro, mas já se admitia a mudança na data, por causa de atrasos no cronograma.
Segundo a ministra, com a aprovação do relatório do TCU ontem, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) poderá publicar o edital na próxima semana ou inicio da seguinte. Míriam participa de audiência pública sobre o PAC que está sendo realizada na comissão de infraestrutura do senado.
sobe
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Jornal de Turismo
Azul faz voo panorâmico em Caldas Novas no início das operações na cidade
Qui, 08 de Dezembro de 2011 15:15
A Azul Linhas Aéreas chegou a Caldas Novas, em Goiás, nesta quinta-feira com seu primeiro voo às 11h10, vindo do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. As operações entre Campinas e o Aeroporto Nelson Rodrigues Guimarães começam com duas freqüências semanais, uma na quinta e outra no domingo, sendo que o no final de semana, o voo passa também por Goiânia.
A inauguração da nova base da Azul contou com um voo panorâmico de cerca de 50 minutos sobre a cidade para autoridades, agentes de viagens, empresários e convidados locais, em conjunto com representantes da diretoria da companhia. No voo, os convidados tiveram a oportunidade de experimentar o jato Embraer 195, conhecer o serviço de bordo, o espaço interno e o atendimento diferenciado da Azul, além de curtir as belezas da cidade e região.
Para comemorar a nova rota, a companhia está com preços promocionais para as passagens entre Campinas e Caldas Novas a partir de R$ 199,90* o trecho. Já de Goiânia para Caldas Novas o preço por trecho está a partir de R$ 79,90*. O pagamento pode ser parcelado em até dez vezes no cartão de crédito e as passagens já estão disponíveis por meio do site www.voeazul.com.br, pelo Azul Center (4003-1118) ou diretamente nas lojas da Azul.
Caldas Novas é o segundo destino atendido pela Azul no Estado. A companhia faz voos para a Goiás desde 2010, partindo de Viracopos, com quatro frequências diárias. Além de dois voos diários para Belo Horizonte. As operações são realizadas com os modernos jatos Embraer 190 e 195.
O cliente tem à disposição conexões para 32 cidades em Viracopos, em Campinas (SP), como: Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, São José do Rio Preto, Presidente Prudente, Vitória, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, dentre outros. Já do Aeroporto Internacional Tancredo Neves em Confins, a companhia oferece voos para São José dos Campos, Vitória, São Luís, Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Ilhéus, Viracopos e Belém.
* Tarifas válidas por trecho. Promoção válida somente para voos diretos operados pela Azul. Reservas são obrigatórias, as quais devem ser realizadas com antecedência mínima de 14 dias da data de partida do vôo. Tarifas sujeitas às regras tarifárias e disponibilidade de assentos.
sobe
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Mercado&Eventos
Academia de Serviços da Tam comemora 10 anos
08/12 - 14:09
Por: Ana Elisa Teixeira
Treinamento de comissários de bordo na Academia de Serviços Comandante Rolim Adolfo Amaro da Tam
A Academia de Serviços Comandante Rolim Adolfo Amaro acaba de completar dez anos de atuação. Coordenando todos os cursos teóricos e práticos aplicados na Tam, a academia é responsável por qualificar todos os colaboradores da empresa e, atende uma média de 800 pessoas diariamente.
Mais de 29 mil colaboradores recebem treinamento anualmente no centro localizado em São Paulo e, Carolina Duque, diretora de desenvolvimento humano e organizacional da Tam conta que a academia teve aumento de 24% nos investimentos em treinamentos. “Foram investidos 32 milhões de reais em treinamentos com 290 mil horas de cursos e palestras e 78 mil horas de cursos presenciais, um aumento de 20% no fluxo de cursos em relação a 2010”, afirma.
O centro, criado em novembro de 2011, pelo comandante Rolim Amaro, fundador da Tam, teve a intenção de reunir todas as atividades pedagógicas da companhia visando excelência e novos desafios. De acordo com o Comandante Grant, diretor de operações e treinamento operacional da Tam, há cinco anos a Academia de Serviços Comandante Rolim Adolfo Amaro recebeu a certificação única de centro de treinamento da Anac. “Somos um centro de excelência e muitas empresas do exterior procuram treinamento na Tam. Não ensinamos o piloto a voar, mas exigimos uma experiência de 800 a 1.000 horas de voo e para os não graduados, no mínimo 1.200 horas de voo”, conta.
“O piloto aprende os equipamentos da aeronave, preparação para a rotina de voo e no simulador ele treina quatro horas por 45 dias para então, ter o exame prático. A Tam investe cerca de 30 mil dólares só nos treinamentos para pilotos”, exemplifica Grant.
Existem oito simuladores de voo no Brasil, todos em São Paulo, e de acordo com Grant, a Tam não depende da estrutura internacional apesar de precisar dela. “A Tam tem um contrato que garante cerca de 12 mil horas de voos por ano no simulador. Temos 2.300 pilotos e coopilotos que atuam na companhia”, exemplifica.
Além dos pilotos, o treinamento para os comissários de bordo também fazem parte da academia. O curso inicial leva 56 dias independente da experiência prévia do candidato e, atualmente a Tam tem 6.500 comissários. “Temos 500 comissários fazendo todo mês a reciclagem do curso. Eles têm treinamentos que contam com conhecimento de operação de aeronaves, emergências gerais, primeiros socorros, incêndio, sistemas de entretenimento instalados a bordo e também participam de voos de acompanhamento”, conclui Marcos Torres, coordenador de treinamento técnico de comissários da Tam.
A partir de janeiro de 2012 a academia inicia o curso preparatório para instrutores. Além do curso, a Tam trabalha com o ciclo de conhecimento. Palestras sobre diversas áreas presentes na companhia que acontece desde 2010 a cada dois ou três meses.
sobe
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Mercado&Eventos
Tam convoca Assembléia Geral Extraordinária
08/12 - 11:20
A Tam divulgou hoje (08/12) o edital de convocação para a Assembléia Geral Extraordinária. A Assembléia vai acontecer no dia 23 de dezembro em São Paulo. Será abordado a escolha da instituição especializada, entre as indicadas em lista tríplice aprovada pelo Conselho de Administração, para elaboração de laudo de avaliação para determinar o valor econômico da Companhia e da Lan Airlines indicando o valor da relação de troca de ações entre as duas empresas.
Serviço
Assembléia Geral Extraordinária da Tam
Data: 08/12
Horário:14h
Endereço:Av. Jurandir, n. 856, Lote 4, 1º Andar, Jardim Ceci- São Paulo
sobe
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Panrotas
Publicada em 8/12/2011 14:31:00
Secretário de Aviação Civil explica recursos de fundo
O Governo Federal está estudando a criação de um programa de aviação regional, que será baseado no Fundo Nacional de Aviação Civil, criado junto com a Secretaria de Aviação Civil, e que hoje abriga o Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (PROFAA), um fundo que tem um recurso de R$ 200 milhões por ano. A informação foi dada pelo ministro-chefe da SAC, durante abertura do Congresso Abetar 2011, nesta quinta-feira, na sede da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em Brasília.
Segundo o ministro, o programa seria beneficiado pelas concessões. “Os recursos que virão das concessões, tanto a contribuição sistêmica como o percentual que pode ser cobrado sobre faturamento bruto dos aeroportos, vão se somar ao recurso do fundo público. Com isso, poderemos ajudar a construir uma malha nacional de aviação regional", concluiu. Ele participa da 6ª edição do Abetar, em Brasília.
PANROTAS Brasília
sobe
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Portal iG
Faltam pilotos no Brasil, diz diretor da TAM
Companhia precisa contratar 120 profissionais no ano que vem, mas tarefa está cada vez mais difícil
Danielle Assalve, iG São Paulo
09/12/2011 05:35
A escassez de pilotos no Brasil será ainda mais intensa em 2012, na avaliação da TAM. A companhia precisa contratar 120 pilotos e copilotos no ano que vem, metade do total admitido em 2011. Mas a tarefa não será fácil. “Falta piloto no Brasil”, diz o comandante Leonard Grant, diretor de operações e treinamento da TAM.
O desafio está no descasamento entre o ritmo de formação de profissionais e o crescimento do mercado de aviação no Brasil. Embora tenha desacelerado nos últimos meses, no acumulado do ano a indústria registra aumento de 17,5% em passageiros por quilômetro pago (RPK) e de 13,7% em assentos por quilômetro ofertado (ASK) em voos domésticos, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
O problema, segundo Grant, é que “o País não está olhando para a formação de pilotos”. Não existe hoje nenhuma estratégia conjunta do setor para buscar soluções para a questão. “As companhias têm feito muito esforço para encontrar uma saída, mas são iniciativas isoladas”, diz.
Carolina Duque, diretora de recursos humanos da TAM, conta que 2011 já foi um ano mais difícil para a contratação de novos pilotos e copilotos. "A TAM é uma marca forte, tem bastante atratividade, e mesmo assim nesse ano não conseguimos contratar com tanta rapidez como em 2010", diz. Ainda assim, a empresa conseguiu atingir a meta e admitir 240 funcionários.
Mas as perspectivas para 2012 são mais preocupantes: “ano que vem vai ser ano de dificuldade”, prevê Carolina. A TAM precisa contratar pilotos para repor alguns funcionários que saíram e dar conta de atender Às novas aeronaves que devem entrar e operação no ano que vem e no início de 2013. A empresa deve chegar ao fim do ano que vem com 159 aeronaves, três a mais que a frota no final de 2011. A previsão divulgada anteriormente era de terminar 2012 com 163 aviões.
Requisitos mínimos
Segundo o comandante Grant, está cada vez mais difícil encontrar profissionais que atinjam os requisitos mínimos da empresa. A TAM exige no mínimo 800 horas de voo para quem possui curso superior em ciências aeronáuticas, ou pelo menos 1.200 horas para quem não tem graduação. Mesmo com a escassez de mão de obra, ele diz que não está nos planos da empresa diminuir os requisitos para pilotos. Pelo contrário, as exigências continuam bastante elevadas após a contratação. "O piloto tem três chances por ano de parar de voar: se for reprovado no exame médico, na reciclagem de equipamento e na teórica", diz Grant.
Logo que são contratados, os profissionais recebem treinamento na Academia de Serviços Comandante Rolim Amaro, que completa dez anos de existência. No caso de pilotos e copilotos, são três meses de curso, simulações de voos e avaliações, que custaram à TAM a quantia de R$ 20 milhões em 2011. Ao todo, a empresa investiu R$ 32 milhões investidos no desenvolvimento de funcionários, valor 24% maior que os aportes feitos em 2010.
Áereas disputam pilotos
A escassez de profissionais qualificados acirra a competição entre as companhias aéreas brasileiras. A diretora de RH da TAM conta que a empresa tem perdido alguns pilotos para concorrentes. “Alguns têm saído para tentar fazer carreira mais rápida em outras companhias”, afirma.
Para ser comandante na TAM, um piloto precisa acumular, em média, cinco mil horas de voo – processo que leva de cinco a seis anos. Já em outras companhias a espera pode ser menor, o que tem motivado alguns a mudar de emprego. “Em muitos casos, o piloto aceita até ganhar menos em busca do status de comandante”, diz Grant. Ele afirma que, em geral, a mudança ocorre para outras companhias que operam no Brasil. "São muito poucos os casos de quem está deixando o País para pilotar em companhias do exterior", diz.
Para tentar atrair novos funcionários, a empresa tem buscado parcerias com escolas e tem procurado no mercado profissionais qualificados para o cargo. Em algumas situações, a TAM também adota a estratégia de oferecer salários um pouco superiores à média, na tentativa de atrair e reter pilotos. Outro atrativo, segundo Grant, é o fato de que a empresa é a única aérea brasileira a oferecer possibilidade de carreira internacional.
Atualmente a TAM tem 2.300 pilotos e copilotos. O salário inicial de um copiloto é, em média, R$ 8 mil. Já um comandante ganha aproximadamente R$ 20 mil. A companhia tem 6.500 comissários de bordo.
sobe
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Portal Terra
BA: pescador acha supostos destroços de avião que caiu em 2008
08 de dezembro de 2011 • 23h44
Um pescador apresentou, no inicio da manhã desta quinta-feira, em Ilhéus (BA), o que seriam os destroços do bimotor Cessna 310Q, prefixo PT-JGX, da empresa Aero Star, que caiu no litoral sul da Bahia em 2008. Entre o material apresentado, vários sapatos, DVDs, pedaços de ossos humanos, um manual de procedimentos para pilotagem, uma pequena bolsa contendo medicamentos, lâminas de ferro similares às hélices da aeronave, fones de ouvido e carregadores de celular e de computador.
"O material foi encontrado no fundo do mar, a uma profundidade de cerca de 42 m, em meio a muita lama", relata Gilmar Rangel, acrescentando que os destroços estão localizados entre o distrito de Serra Grande (município de Uruçuca) e Itacaré (distante 428 km de Salvador).
O avião desapareceu quando fazia um voo fretado de Salvador com destino a Ilhéus, a 462 km da capital baiana, no dia 2 de maio. Estavam a bordo os empresários do setor hoteleiro Sean Woodhall e Ricky Every, e ainda Alan Trevor Kempson, Nigel Hogess, o piloto Clovis Revault de Figueiredo e Silva e o copiloto Leandro Oliveira Veloso.
"Vou entregar todo o achado à Capitania dos Portos, e as autoridades decidem o que fazer com o material. Mas também coloco meus serviços à disposição se os familiares quiserem me contratar para resgatar o restante", informou Gilmar.
De acordo com o delegado da Policia Federal Alex Cordeiro de Souza, que investigou o acidente, o pescador já sabia onde os destroços do avião estavam e passou informações erradas aos oficiais da Marinha que faziam buscas com dois navios na época do ocorrido. "O que ele quer é chamar a atenção da mídia para exigir recompensa dos familiares", diz. Ele acrescenta que o inquérito já foi remetido à Justiça e que esses novos achados "não mudaram muita coisa".
Agência A Tarde
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