O Estado de S.Paulo
Sem acordo, aeronautas e aeroviários ameaçam parar aeroportos na quinta
Após 4 horas de negociação, empresas e trabalhadores não chegaram a acordo, por causa de 0,83 ponto porcentual de reajuste salarial
20 de dezembro de 2011 | 3h 06
IURI DANTAS / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
Trabalhadores do setor aéreo notificaram ontem o Tribunal Superior do Trabalho (TST) de que pretendem cruzar os braços a partir das 23h do dia 22 de dezembro, mantendo apenas 20% da operação durante os feriados de fim de ano. A decisão foi tomada depois do fracasso das negociações com representantes das companhias aéreas, mediadas pelo TST.
As empresas não aceitam reajustar os salários acima de 6,17%, correspondente à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Os trabalhadores não abrem mão de um aumento de 7%.
A ministra Maria Cristina Peduzzi, que mediou o encontro, e o procurador do Ministério Público do Trabalho Ricardo José Macedo de Britto Pereira lamentaram a ausência de acordo e a possibilidade de caos nos aeroportos no Natal e no Ano-Novo por causa de uma diferença tão pequena entre as propostas, de apenas 0,83 ponto porcentual.
"É uma diferença ínfima. É importante que as empresas pensem nisso, é só esticar um pouquinho. Tenho expectativa de que isso seja resolvido nos próximos dias", afirmou Pereira, após quatro horas de discussões.
Houve consenso sobre outros pontos da negociação. As aéreas aceitaram reajustar o piso salarial, o valor da cesta básica e do tíquete-refeição em 10%, além de pagar um mínimo de R$ 1.000 para operadores de equipamento. Aeronautas (tripulação) e aeroviários (que trabalham em terra) pediam, inicialmente, 13% de aumento salarial e 14% de reajuste dos pisos, mas baixaram a proposta para 7% e aceitaram os 10% de aumento para o início de carreira.
Reféns. Segundo o negociador Odilon Junqueira, que representou o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), as companhias não querem "ficar reféns" de ameaças de greve no fim do ano e, por isso, decidiram não conceder aumento real neste ano, após cinco anos de reajustes acima da inflação.
"As empresas aéreas farão todo o esforço para que isso afete o mínimo possível nossas operações", disse Junqueira. "Não acreditamos que os aeronautas e os aeroviários, por uma diferença tão pequena, imponham uma greve à sociedade brasileira a dois dias do Natal."
Por outro lado, a presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino, afirmou que as empresas têm caixa para pagar um aumento de 7% porque vêm comprando aeronaves e adquirindo participações em outras aéreas. "É pura ganância das empresas aéreas. É inconcebível que tenham salários tão baixos, como R$ 900 para um funcionário de check-in."
Não é o primeiro impasse entre funcionários e companhias aéreas às vésperas do Natal. No ano passado, os sindicatos prometeram greve para o dia 23 de dezembro, mas voltaram ao trabalho depois que o TST determinou às entidades que deveria ser mantido um mínimo de 80% de operação.
A Secretaria de Aviação Civil informou, por nota, que o governo, "caso seja necessário", tomará "todas as medidas para que os passageiros não sejam prejudicados", sem informar quais seriam. Segundo o comunicado, o governo vem "acompanhando diariamente o processo de negociação" e "acredita que o diálogo é um caminho privilegiado, e o bom senso e a responsabilidade prevalecerão".
Reguladora do setor, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também monitora a situação. Se os trabalhadores cruzarem os braços, a agência vai fiscalizar a implementação de planos de contingência elaborados pelas companhias desde o início de dezembro. Descumpridos os planos, as empresas podem receber multas por atrasos e cancelamentos de voos.
sobe
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O Estado de S.Paulo
Companhias aéreas fizeram planos para caso de emergência
20 de dezembro de 2011 | 3h 08
O Estado de S.Paulo
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) orienta os passageiros que encontrarem problemas para embarcar, atrasos ou voos cancelados por causa da greve dos aeronautas e aeroviários a procurarem as empresas aéreas, antes de fazer reclamações à agência. As companhias elaboraram planos específicos para o caso de emergência no fim do ano e podem ter de apresentar à Anac novos planos, caso a greve efetivamente aconteça.
Com base nesses planos, as empresas se comprometem a manter um mínimo de atendimento e funcionamento. A partir desses compromissos específicos que cada empresa assume com a agência, os fiscais da Anac podem aplicar multas ou outras penalidades às aéreas.
Se ficar insatisfeito com o procedimento das empresas, o passageiro pode procurar os guichês da Anac nos aeroportos e registrar queixa formal. Ali, o cliente da companhia recebe um protocolo e pode acompanhar o desenrolar do processo.
Na prática, a greve dos funcionários de companhias aéreas será tratado pela Anac como emergência igual às outras. As empresas não poderão elevar o número de atrasos e cancelamentos usando a paralisação como desculpa, por exemplo, segundo a assessoria de imprensa da agência. Os passageiros também podem ligar para a ouvidoria da Anac no telefone 0800-725-4445 e fazer críticas à atuação da agência ou das empresas.
A Anac monitora as negociações de aeronautas e aeroviários com as empresas, mas não interfere no diálogo, uma vez que seu papel é regular a concessão público de serviço de transporte aéreo de passageiros.
sobe
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O Estado de S.Paulo
Ausência de acordo com trabalhadores do setor aéreo é ‘lamentável’, diz TST
Tribunal pode, se provocado, exigir porcentual mínimo de trabalhadores durante greve
19 de dezembro de 2011 | 23h 06
Iuri Dantas, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - A vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Maria Cristina Peduzzi, classificou de "lamentável" a ausência de acordo entre as companhias aéreas e seus funcionários, porque uma eventual decisão da corte sobre o aumento salarial dificilmente aprovará um reajuste acima do que está sendo proposto pelas empresas.
"É realmente lamentável, porque é uma atividade, como todos sabemos, essencial", afirmou a ministra, após insistir por diversas vezes em um entendimento de última hora. "É uma frustração, por tão pouco, não chegarmos a um bom termo." Em decisões recentes, o TST optou por aplicar correções salariais em linha com a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) quando há divergência entre empregados e patrões, segundo Peduzzi.
A mesma linha deve ser adotada no julgamento do processo de dissídio coletivo ajuizado pelos sindicatos dos aeronautas e aeroviários. Como o restante do Judiciário, o TST entra hoje em recesso e só deve levar o dissídio a julgamento em fevereiro de 2012, segundo Peduzzi.
A partir desta terça-feira, o presidente do TST, João Oreste Dalazen, assumirá o plantão do tribunal e poderá determinar um porcentual mínimo de trabalhadores durante a greve, para assegurar que o serviço de transporte aéreo regular seja devidamente cumprido pelas concessionárias. Porém, o ministro precisa ser provocado por uma das partes, seja o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) ou o Ministério Público do Trabalho.
Indagado sobre os próximos passos, o procurador Ricardo José Machado de Britto Pereira afirmou que vai "aguardar por enquanto", uma vez que ainda há tempo hábil para um acordo entre aéreas e funcionários.
Racha
Os representantes dos trabalhadores estão divididos. Na quinta-feira, a Federação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aéreos, ligada à Força Sindical, pediu um encontro com o procurador-geral do Ministério Público do Trabalho para negociar o aumento salarial com as empresas.
Diante do impasse de hoje, a federação organizou uma nova assembleia hoje e informou às empresas que há possibilidade de acordo com o reajuste de 6,17% proposto pelas companhias.
Do outro lado, os sindicatos nacionais dos aeroviários e dos aeronautas, ambos filiados à Central Única dos Trabalhadores, deram entrada na sexta-feira em um processo de dissídio coletivo no TST. Segundo Selma Balbino, presidente do sindicato dos aeroviários, a federação representa somente 20% da categoria. "A gente sabe que tem gente querendo aprovar um acordo por baixo dos panos", afirmou.
Dilma
Durante a audiência de conciliação, empregados e aéreas lançaram mão de dados econômicos e previsões sobre o próximo ano para defender suas propostas. Em dado momento, o representante do Snea, Odilon Junqueira, chegou a citar a presidente Dilma Rousseff, que na semana passada fez um alerta sobre a concessão de aumentos reais de salário no setor público.
Junqueira foi criticado pelo assessor econômico do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Claudio Toledo. A advertência de Dilma tinha como alvo o setor público, para proteger o País da crise financeira. "Ninguém tem dúvida sobre isso", complementou a vice-presidente do TST.
sobe
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Folha de São Paulo
São Paulo, terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Movimento em aeroportos aumenta 14%
Cerca de 1,9 milhão de pessoas a mais vão viajar de avião neste mês de dezembro em todo o país, segundo a Infraero
Aeronáutica diz que espaço entre aviões nos pousos deve ser ainda menor; Cumbica já opera no novo modelo
GIBA BERGAMIM JR.
DE SÃO PAULO
Os aeroportos brasileiros vão receber até o fim do mês pelo menos 1,9 milhão de passageiros a mais em relação a dezembro de 2010. O número é 64% maior do que o registrado em 2007, ano em que o país viveu seu caos aéreo.
A infraestrutura em grandes aeroportos como Cumbica, por exemplo, não mudou muito. O novo terminal de passageiros não ficou pronto -só será entregue no fim de janeiro. O prazo foi estendido por causa de um desabamento na obra, que deixou dois feridos no último dia 2.
Já o estacionamento segue precário. Motoristas chegam a parar até sobre os canteiros de grama quando falta vaga.
Com o constante aumento da demanda -13,6% neste fim de ano em comparação com 2010-, a Aeronáutica autorizou a diminuição da distância entre um avião e outro na hora da aterrissagem de 10 milhas náuticas (18,5 km) para 5 milhas (9,2 km).
O movimento de pousos e decolagens deve aumentar ainda mais ao longo do ano, já que a tendência da Aeronáutica é reduzir gradativamente esse distanciamento entre as aeronaves para até 3 milhas náuticas (5,5 km).
MILHÕES
Segundo a Infraero (estatal que administra aeroportos), serão 16,6 milhões de passageiros em dezembro, contra 14,6 milhões no mesmo mês de 2010. Em 2007, foram 10,1 milhões em dezembro.
A Aeronáutica disse à Folha que a diminuição da distância entre as aeronaves já é aplicada em Cumbica, em Guarulhos (Grande SP), mas deve começar a valer em breve em outros aeroportos.
Segundo a Aeronáutica, a medida é usada na maioria dos aeroportos do mundo.
Especialistas ouvidos pela Folha dizem que o padrão de distância já foi aplicado antes no país e é seguro, desde que haja treinamento.
DICAS NO CHECK-IN
Para evitar transtornos antes de embarcar, os passageiros devem optar pelos check-ins eletrônicos -pela internet ou nos totens de autoatendimento dos aeroportos.
Para conseguir um voo é preciso ser rápido. A Folha falou com centrais de companhias aéreas e constatou que vagas em voos para o Rio nos dias 22, 23 e 24 estão no fim.
sobe
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Folha de São Paulo
São Paulo, terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Funcionários e pilotos ameaçam parar na quinta
DE BRASÍLIA
Aeroviários e aeronautas anunciaram ontem que entrarão em greve, por tempo indeterminado, a partir das 23h de quinta-feira.
A decisão foi tomada após audiência realizada pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) entre empresas aeroviárias e funcionários sobre aumento salarial, que terminou sem acordo.
A categoria quer reajuste de 13%, mas o Snea (sindicato das empresas) ofereceu 6,17% de correção nos salários atuais dos funcionários.
Ontem, o TST propôs que se fechasse acordo com um aumento de 8%.
Os trabalhadores chegaram a aceitar a proposta, mas representantes das empresas disseram não ter condições de conceder aumento acima da inflação.
O subprocurador-geral do Trabalho Francisco Gérson Marques de Lima chegou a argumentar que as empresas deveriam levar em consideração a perspectiva de aumento de receita nos próximos anos, com a Copa e a Olimpíada.
Aeronautas e aeroviários se comprometeram a manter 20% das atividades. O sindicato dos aeronautas fará uma assembleia nesta semana para deliberar sobre o tempo de duração da greve. Se houver a paralisação, empresas ou Ministério Público poderão pedir ao TST que estabeleça condições para a greve, pois o serviço é considerado essencial.
sobe
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Folha de São Paulo
São Paulo, terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Só 1 consórcio se apresenta para o Galeão
Foi a primeira obra licitada pela Infraero pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC); negócio não foi fechado
Comissão queria 30% de desconto sobre o preço de R$ 192 milhões apresentado para a reforma do terminal 1
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DE BRASÍLIA
Somente um consórcio apresentou proposta para a primeira obra licitada pela Infraero pelo RDC (Regime Diferenciado de Contratações), sistema criado pelo governo Dilma Rousseff para agilizar os projetos ligados à Copa e à Olimpíada.
Pelo RDC, a licitação é realizada sem que os interessados conheçam os preços estimados pelo governo, o chamado "orçamento secreto". O valor estimado para um projeto só é divulgado ao fim da licitação.
O esvaziamento da concorrência, aberta para a reforma do terminal 1 do Galeão, frustra a aposta do governo de obter preços mais baixos com o RDC. Nove grupos retiraram o edital.
O RDC gerou um debate intenso no Congresso depois que a Folha revelou a existência do sigilo nos editais, o que contraria a Lei de Licitações (8.666/93).
A ideia é que o orçamento secreto possa impedir a combinação prévia de preços entre as empreiteiras. O governo se inspirou em legislação adotada na União Europeia para combater fraudes.
As construtoras fizeram forte lobby no Congresso contra o novo regime e chegaram a contratar pareceres jurídicos para sustentar a ilegalidade do RDC.
A Infraero decidiu não fechar o contrato com o consórcio Novo Galeão, formado pelas empresas MPE-Projetos, Consbem, Paulo Octavio Investimentos, IC Engenharia e Construtora RV. A estatal considerou o preço excessivo.
O consórcio apresentou proposta de R$ 192 milhões, mas acabou negociando um desconto de 20,3%.
Durante a análise da única proposta, a comissão consultou o consórcio sobre a possibilidade de dar um desconto de 30%, algo inusitado em licitações desse porte.
O superintendente de licitações da Infraero, José Antonio Pessoa Neto, diz não acreditar que tenha havido boicote. "É uma obra de grande complexidade. Nem todos têm capacidade para executá-la. Por isso é que foram aceitos consórcios", disse.
Segundo Pessoa Neto, a Infraero vai continuar a usar o mecanismo do RDC.
"É um enorme avanço na legislação brasileira. O cidadão, que paga impostos, vai perceber isso."
Procurado, o consórcio Novo Galeão não se manifestou.
O presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), Paulo Safady Simão, que pressionou contra a aprovação do RDC, diz que o sistema traz "muita insegurança".
Ele não quis comentar o projeto do aeroporto.
Frase
"É um enorme avanço na legislação brasileira. O cidadão, que paga impostos, vai perceber isso"
JOSÉ ANTONIO PESSOA NETO
superintendente de licitações da Infraero, sobre o RDC (Regime Diferenciado de Contratações)
sobe
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Folha de São Paulo
São Paulo, terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Projeto para aeroporto privado é adiado
MARIANA BARBOSA
DE SÃO PAULO
A participação da iniciativa privada no setor de aeroportos deve se limitar ao regime de concessões, modelo previsto para Guarulhos, Brasília e Campinas.
O governo está deixando de lado a redação de um decreto com regras para o regime de autorização privada de aeroportos.
"Não acredito que uma definição sobre essa questão seja dada em tempo hábil para que a gente tenha investimentos privados para a Copa", afirmou à Folha a secretária de Navegação Aérea da SAC (Secretaria de Aviação Civil), Clarice Bertoni.
Segundo ela, o decreto "depende de uma definição interna de governo" e esse é um processo "lento e longo".
Hoje a lei prevê autorização para a construção de aeroportos de uso privativo -mas eles não podem receber voos regulares. É o caso do aeroporto de Comandatuba, na Bahia, que pertence ao hotel Transamérica.
Grandes construtoras, como Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e JHSF têm projetos de investimento para o setor que dependem dessa regulamentação.
Mesmo sem a publicação do decreto, a JHSF protocolou pedido de autorização para a construção de um aeroporto de R$ 400 milhões para a aviação executiva.
Segundo Francisco Lyra, da C-FlyAviation, e sócio no empreendimento, se o decreto saísse em 12 meses, ainda haveria tempo de deixar a pista pronta para a Copa de 2014. "Mesmo sem o decreto, vamos seguir com o investimento, pois o aeroporto atende a um empreendimento imobiliário maior", diz Lyra.
Para o advogado Carlos Marcatto, do escritório Felsberg & Associados, a autorização seria "uma oportunidade para destravar um sistema que precisa fortemente de investimentos".
Para Victor Celestino, diretor da Trip, a autorização pode ajudar a impulsionar a aviação regional.
sobe
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O Globo
20/12/2011
Ameaça de greve no ar
Patrões e empregados não chegam a acordo sobre reajuste e categoria promete parar dia 22
Mônica Tavares
monicao@bsb.oglobo.com.br
BRASÍLIA - Terminou sem acordo entre patrões e empregados do setor aéreo a reunião de conciliação ontem no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Os trabalhadores comunicaram à Justiça que vão parar as atividades em todo o país a partir das 23h da próxima quinta-feira, dia 22. Eles se comprometeram apenas a manter 20% do efetivo trabalhando. As empresas não cederam em sua proposta, de reajuste de 6,17% referente ao INPC dos últimos 12 meses. Aeronautas e aeroviários continuaram recusando a oferta, defendendo aumento mínimo de 7%. A reivindicação inicial era de reajuste entre 10% e 14%.
A Advocacia-Geral da União (AGU), que acompanha as negociações, vai pedir ao Ministério Público do Trabalho (MPT) que entre com um pedido de arbitragem no TST para impor limites à greve no setor aéreo, a fim de evitar “uma situação caótica nesse momento de festividades, em que o transporte aéreo é usado para o encontro das famílias”, disse uma fonte.
Sindicalista vê ‘ganância’ de patrões
● O representante dos sindicatos nacionais dos aeroviários (terra) e aeronautas (tripulações), Claudio Toledo, afirmou que foi difícil as bases aceitarem 7%, já que os pedidos iniciais variaram de 10% a 14%, segundo a categoria. Os sindicalistas argumentaram que os trabalhadores se esforçaram na conciliação, enquanto os patrões se mantiveram intransigentes.
— A partir das 23h do dia 22 os sindicatos estão notificando o TST de que vão entrar em greve e vão manter 20% do pessoal trabalhando. E que fique registrado — disse o advogado dos trabalhadores Luiz Fernando Aragão.
Outro impasse entre patrões e empregados é o piso salarial da nova função, de operador de equipamentos. Os trabalhadores querem R$ 1.100, e o sindicato patronal não está disposto a conceder nenhum centavo além de R$ 1 mil. Até agora, esses empregados eram classificados como auxiliar de serviços gerais, recebendo em torno de R$ 800.
A presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino, classificou de “pura ganância” a atitude dos patrões ao se negarem a aceitar as duas cláusulas. Ela demonstrou extrema preocupação com a questão do piso salarial dos operadores e disse que eles estão dispostos a fazer greve mesmo sem apoio do sindicato.
A ministra Cristina Peduzzi, que conduziu a reunião, lamentou seu desfecho. E informou que o TST, se provocado pelo MPT ou pelo sindicato patronal, poderá estabelecer condições diferentes para o funcionamento dos aeroportos neste fim de ano:
— A greve não é ilimitada, e o setor não pode paralisar suas atividades.
Para ela, a diferença entre as propostas de patrões e empregadas foi circunstancial, pois a maioria das outras cláusulas foi fechada. O piso salarial, o vale-refeição e a cesta básica terão reajuste de 10%.
— Eu considero uma boa proposta, não são somente cláusulas econômicas. Poderíamos fechar um acordo preliminar, para não haver greve — disse a ministra.
O procurador do MPT Francisco Gerson de Lima apresentou proposta de reajuste de 6,5%. Ele argumentou que nos próximos anos as empresas terão bons ganhos com Copa das Confederações, Copa do Mundo, Olimpíadas e até eleições. E ressaltou que categorias mais simples têm conseguido mais que a variação do INPC.
Já o negociador do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), Odilon Junqueira, ao negar o aumento do piso de operador de equipamentos, disse que este só beneficia empregados terceirizados, porque a maioria deles não é contratada diretamente. E que, dessa forma, eles estariam assumindo a negociação de outras empresas.
Junqueira alegou ainda que as empresas tiveram prejuízo até o terceiro trimestre deste ano por causa da variação do dólar, uma vez que estão pagando aeronaves compradas lá fora, e não poderiam dar nada acima do INPC. E vê dificuldades pela frente:
— No próximo ano, por causa de uma série de obras, os aeroportos ficarão fechados.
A Força Sindical informou que não participou da negociação no TST por não concordar com o formato e que tem reunião com as empresas aéreas hoje, no Rio. Os sindicatos nacionais da categoria são ligados à CUT.
sobe
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O Globo
20/12/2011
Voo executivo
Flávia Oliveira
● A Avantto, de aviação executiva, investiu US$ 9 milhões na ampliação da frota em 2011. Fecha o ano com 47 aeronaves. A empresa tem programas de compartilhamento de equipamentos e faz gestão de frotas no Rio e em São Paulo. Prevê US$ 15 milhões em novas aquisições em 2012.
sobe
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Jornal do Brasil
19/12 às 18h09
Trabalhadores do setor de aviação podem entrar em greve quinta-feira
Agência Brasil
Sabrina Craide
Os trabalhadores do setor de aviação não aceitaram a proposta de reajuste salarial apresentada hoje (19) pelos representantes das empresas aeroviárias e podem entrar em greve na próxima quinta-feira (22). Em audiência de conciliação mediada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), as empresas apresentaram proposta de reajuste compatível com a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 6,17%, mas os empregados querem aumento salarial de 7%.
A greve está marcada para começar às 23h do dia 22 de dezembro, se não houver acordo até lá. Os sindicatos dos trabalhadores se comprometeram a manter 20% dos funcionários em atividade, como prevê a legislação.
A reunião contou com a participação de representantes dos sindicatos dos Aeronautas e Aeroviários e o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea). No início das negociações, os trabalhadores pediam um reajuste de 13%, e as empresas só ofereciam 3%.
Além do aumento de 7%, os aeroviários (pessoal de terra) e aeronautas (que trabalham embarcados) pediram hoje a fixação do piso de R$ 1.100 para os operadores de equipamentos, mas as empresas só aceitaram estabelecer o piso de R$ 1 mil. As empresas e os trabalhadores chegaram a um acordo em relação ao aumento de 10% no piso da categoria, no vale refeição e na cesta básica.
As empresas alegam que não podem oferecer um reajuste maior que o da inflação oficial, mas os trabalhadores dizem que os dados oficiais mostram que existem condições financeiras para conceder um aumento maior.
Por causa da falta de entendimento, o dissídio da categoria deverá ir a julgamento na Sessão de Dissídios Coletivos do TST, formada por nove ministros, mas apenas em fevereiro, quando terminam as férias coletivas do Tribunal. A ministra Cristina Peduzzi, que conduziu a audiência, alertou que a paralisação não poderá alcançar toda a categoria, e que os trabalhadores devem se organizar para prestar os serviços à população.
sobe
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Valor Econômico
20/12/2011
STJ decide que Canhedo deve entregar gado
Por Maíra Magro | De Brasília
A 2ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que o dono da falida Vasp, o empresário Wagner Canhedo, deve entregar 87 mil cabeças de gado à MCLG Administração e Participações, das quais a maior parte já está em posse do grupo. Em dezembro do ano passado, a MCLG arrematou em leilão a fazenda Piratininga, em Goiás, que era de propriedade de Canhedo. Os donos da empresa - sócios do Laboratório Teuto, da fabricante de remédios genéricos Neo Química e do grupo Hypermarcas - pagaram R$ 310 milhões pelas terras.
Com a falência da Vasp, a Justiça do Trabalho aplicou a desconsideração da personalidade jurídica da companhia aérea - e, com isso, outras empresas de Canhedo passaram a responder pelas dívidas com os trabalhadores, estimadas em mais de R$ 1 bilhão. Nesse processo, a fazenda Piratininga foi penhorada e a posse transferida a sindicatos de empregados credores da Vasp. No documento da penhora, foram identificadas 32 mil cabeças de gado na fazenda. É esse o motivo da discussão analisada na semana passada pelo STJ.
O edital do leilão da Piratininga incluía 87 mil cabeças de gado - mais que o dobro registrado na penhora. Os donos da MCLG defendem que têm direito a receber o total mencionado no edital. Mas a Agropecuária Vale do Araguaia - empresa de Canhedo que era dona da Piratininga - alegou que só poderia entregar as 32 mil cabeças.
O advogado Djalma Rezende, que defende a MCLG, reclamou de tentativas de "fraudar a execução". Ele argumentou que, no momento da penhora da fazenda, não foi possível contar o total de animais, por falta de colaboração dos gerentes. Além disso, afirmou, a Piratininga faz divisa com uma outra fazenda, a Rio Verde, também de propriedade de Canhedo, da qual não estava separada por cercas. "Os oficiais certificaram que havia mais gado que as 32 mil cabeças, mas por falta de logística não foi possível definir a quantidade", diz. De acordo com ele, antes do leilão a Justiça determinou uma nova avaliação da fazenda. "Houve uma recontagem do gado, chegando a 87 mil cabeças." Mas, segundo Rezende, ao tomar posse da Fazenda, os empresários constataram que o total não havia sido entregue.
O STJ definiu que o número que vale são as 87 mil cabeças. A relatora do caso no tribunal superior, ministra Nancy Andrighi, determinou inclusive que o gado ainda não entregue - de cinco a dez mil cabeças - pode ser retirado da fazenda Rio Verde. O advogado Cláudio Penna Fernandes, que cuida dos processos de Canhedo em Brasília, afirmou que vai recorrer da decisão. "Não é possível passar 87 mil cabeças se apenas 32 mil foram enumeradas na penhora. As demais devem ficar à disposição do juízo da recuperação judicial", afirmou. A execução das dívidas da Vasp vem gerando diversas reclamações e conflitos de competência no Poder Judiciário.
sobe
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Valor Econômico
20/12/2011
Sem acordo salarial no TST, pilotos e aeroviários ameaçam paralisação
Por Azelma Rodrigues e Daniela Martins | De Brasília
Sindicatos de aeronautas e aeroviários estão novamente em queda de braço com as companhias aéreas por reajuste salarial. Sem acordo numa audiência preliminar no Tribunal Superior do Trabalho (TST), ontem, eles ameaçam entrar em greve quinta-feira, se as empresas insistirem no reajuste de 6,17%, que equivale à variação do INPC em 12 meses até dezembro, portanto sem aumento real.
Após o impasse na audiência comandada pela vice-presidente do TST, ministra Cristina Peduzzi, o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) comunicou que cerca de 20% das atividades serão mantidas, caso as assembleias aprovem a paralisação.
O comunicado do sindicato foi divulgado após advertência da ministra, lembrando que o serviço de transporte aéreo é uma atividade essencial, e não pode ser totalmente paralisado em momento de pico na demanda de passageiros, como ocorre nesse período.
Com data-base em dezembro, o SNA, que representa os funcionários que trabalham no ar, como pilotos e comissários, e o Sindicato Nacional dos Aeroviários (pessoal de terra), pedem reajuste salarial de 13%. Reivindicam parte do lucro das empresas com o aumento no fluxo de passageiros.
Na audiência de conciliação, a ministra do TST chegou a propor redução do índice para algo em torno de 8%. Desceu para 7%. O advogado das duas categorias, Luiz Fernando Aragão, aceitou levar o reajuste menor para ser debatido pelas assembleias das categorias, desde que o vale-refeição e a cesta básica fossem aumentados em 10%.
Mas o representante do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), Odilon Junqueira, foi irredutível na proposta de reajuste de 6,17%. Ou seja, as empresas não concordaram em dar nada acima da variação da inflação do período.
Segundo Junqueira, as principais empresas aéreas que atuam no país, Gol e TAM, registraram prejuízos em balancetes mensais, ao longo deste ano. Ele rejeitou também argumento do TST para antecipação de lucros futuros das companhias aéreas com megaeventos turísticos, como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada do Rio, em 2016.
Junqueira afirmou que as principais empresas aéreas concederam aumentos reais de salários nos últimos cinco anos aos funcionários, mas que a situação deficitária de 2011 impede que isso se repita. Disse também que as companhias não querem "ficar reféns" da ameaça de greve dos aeronautas e aeroviários.
A ministra do TST afirmou ainda que, se deflagrada, a paralisação pode ser considerada ilegal, caso o tribunal seja provocado pelo Ministério Público.
Antes da audiência, que durou cerca de quatro horas, o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, afirmou esperar acordo entre as partes, mas disse que estaria preparado para julgar em caso de impasse, uma vez que o dissídio coletivo já foi ajuizado.
"Estarei de plantão para tomar a decisão pertinente", comentou ele, durante a posse da nova ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, que era integrante do TST.
sobe
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O Povo - CE
Aeroporto com 70% das obras concluídas
20.12.2011| 01:30
ARACATI
A partir de 2012, o Ceará terá o aeroporto de Aracati para voos regulares. A ideia também é desafogar o Aeroporto Internacional Pinto Martins e incrementar o turismo no Litoral Leste. O novo equipamento está com a pista de pouso e decolagens e o pátio de taxiamento de aeronaves prontos. O terminal de passageiros possui 70% das obras concluídas, de acordo com o Departamento Estadual de Rodovias (DER).
sobe
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Jornal de Turismo
Lufthansa anuncia aumento da frequência de voos do Rio de Janeiro para Frankfurt
Seg, 19 de Dezembro de 2011 17:50
Menos de dois meses depois de começar a operar a rota Frankfurt – Rio de Janeiro, a Lufthansa anunciou nesta segunda-feira, dia 19, o aumento do número de voos por semana, passando dos atuais cinco para seis. A nova frequência começa a ser operada em 26 de março de 2012. As elevadas taxas de ocupação e a mudança de perfil do mercado carioca foram as razões para o aumento da oferta em tão curto espaço de tempo.
Com a ampliação do número de voos, o Rio de Janeiro estará conectado direto, sem escalas a Frankfurt, na Alemanha, todos os dias da semana, exceto às quartas. E de Frankfurt, a Lufthansa oferece conexões para toda a Europa, Ásia e Oriente Médio.
Os voos entre o Rio de Janeiro e a Europa são feitos a bordo do Airbus 340-300, equipado com três classes de serviços, Primeira Classe, Classe Executiva e Classe Econômica. Para celebrar o sucesso da nova rota, a Lufthansa também tem tarifas especiais. Até 31 de dezembro, é possível comprar passagem de ida e volta para vários destinos na Europa com preços a partir de US$ 799. Os valores são válidos para embarque de 21 de janeiro a 31 de março.
Além do voo entre o Rio de Janeiro e a Europa, a Lufthansa oferece duas frequências diárias a partir de São Paulo, uma com destino a Munique e outra para Frankfurt. Dos dois centros de distribuição (hubs), a companhia aérea oferece conexões para toda a Europa, Ásia e Oriente Médio. Mais informações e reservas em www.lufthansa.com.br
sobe
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Mercado&Eventos
AeroSur anuncia dois novos voos Brasil-Bolívia
19/12 - 17:13
A AeroSur é a única empresa do mercado com voos diários e direitos de São Paulo para Santa Cruz de La Sierra. E durante a alta temporada estará reforçando suas operações com mais voos nesta rota. Serão duas novas saídas por semana, às quartas e sextas (de madrugada), até o dia 31 de janeiro.
sobe
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Mercado&Eventos
Azul pede autorização para ajustar suas operações em Congonhas
19/12 - 12:45
A Azul Linhas Aéreas Brasileiras pediu autorização à Agência Nacional de Aviação Civil – Anac – para alteração de sua operação aos sábados no Aeroporto de São Paulo – Congonhas para atender um novo destino: Campinas. Se aprovada, a capital paulista ganhará uma frequência aos sábados para cidade campineira com início dos voos previsto para quatro de fevereiro de 2012. Com a operação, a companhia deixará de atender o mercado Porto Seguro via o aeroporto paulista.
sobe
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Panrotas
Publicada em 19/12/2011 17:49:00
Boeing entrega 737 de número 7 mil; veja
O 737 de número 7 mil (foto divulgação Boeing)
Nesta sexta-feira (dia 16), a Boeing entregou à Fly Dubai, de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o 737 – no caso o do modelo 800 – de número 7 mil produzido pela fabricante norte-americana. Esse jato é o de número 14 da companhia árabe.
Claudio Schapochnik
sobe
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Panrotas
Publicada em 19/12/2011 16:19:00
United lança voo diário e direto entre Houston e Nigéria
A United Airlines inaugurou um voo diário sem escalas entre as cidades de Houston, nos Estados Unidos, e Lagos, na Nigéria. O serviço conecta duas das capitais do petróleo por meio de uma rota com tempo reduzido de viagem em mais de seis horas.
A frequencia sai de Houston às 19h05 e chega às 14h40 no horário de Lagos. O retorno acontece às 23h05 e chegada em Houston às 6h25. A rota é operada por aeronaves Boeing 777, com capacidade para 276 passageiros.
Rhaiane Sodré
sobe
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Panrotas
Publicada em 19/12/2011 15:37:00
Sergipe receberá dois novos voos em janeiro
O Aeroporto Santa Maria, em Aracaju, receberá, a partir do próximo mês, dois novos voos diários: um da Tam e outro da Azul. O crescimento no número de voos do terminal, que opera diariamente com 22 voos, foi por conta da demanda dos roteiros turísticos do Estado, dobrada com a chegada da estação mais quente do ano.
“Observamos que a oferta do aeroporto mostrava ser insuficiente para atender a demanda de visitantes. Isso se deve ao trabalho da Setur e Emsetur na divulgação de Sergipe nos principais polos emissores de turistas para o Estado”, afirma o secretário de Turismo, Elber Batalha.
OPERAÇÕES
A Azul terá voo direto para Campinas (SP), de segunda a sábado, com saídas de Aracaju às 19h15 e chegada a Viracopos às 21h45 (horário de verão). Aos domingos, o voo sairá do Santa Maria às 19h15 e chegará a Campinas às 22h02.
A Tam vai ampliar a oferta de destinos para atender a demanda de Brasília, com voos diretos saindo de Aracaju às 15h50 e chegando a Brasília às 18h09.
Biaphra Galeno
sobe
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Panrotas
Publicada em 19/12/2011 15:10:00
Tap ampliará oferta entre Berlim e Lisboa em 2012
A partir de 5 de junho de 2012 a Tap passa a oferecer cinco ligações por semana entre Lisboa e a capital alemã. As novas ligações serão realizadas as segundas, terças, quintas, sextas e domingos, com partida de Lisboa às 09h30 e chegada a Berlim às 12h50. No sentido inverso, os voos partem da capital da Alemanha às 13h35 e chegam a Lisboa às 17h15.
Com o lançamento, a aérea passa a operar no verão um total de 60 ligações por semana entre Portugal e a Alemanha, onde já voa para Frankfurt (21 voos semanais), Munique (14 voos semanais), Hamburgo (13 voos por semana) e Dusseldorf (sete voos semanais).
De janeiro a novembro deste ano, a Tap transportou entre Portugal e a Alemanha um total de 484 mil passageiros, o que representa um crescimento de 11,5% em comparação a 2010.
Rhaiane Sodré
sobe
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Aviação Brasil
19 dez, 2011 at 22:12
Aeroperu voando novamente?
Foto: Reinaldo Deckleva
A companhia aérea AeroPeru poderia retomar os vôos domésticos e internacionais, depois de várias anos sem operações. De acordo com o Daily Mail, os novos proprietários começaram o processo de certificação como a marca AeroPeru, para transporte de cargas e passageiros, no Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC).
sobe
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Aviação Brasil
19 dez, 2011 at 22:03
Fedex encomenda mais 29 cargueiros da Boeing
Boeing 767F e 777F
A FedEx encomendou mais 27 modelos do Cargueiro Boeing 767-300 e mais dois adicionais do Cargueiro Boeing 777. O novo cargueiro 777 irá apoiar o crescimento da FedEx no mercado internacional de carga. O cargueiro 767 será o novo modelo na frota da transportadora de Memphis, no Tennessee, que tem uma base de mais de 690 aviões. A adição deste novo cargueiro 767 permitirá à FedEx substituir sua frota menos eficiente – os aviões de cabine larga de médio porte – por outra que oferecem economia de combustível, manutenção e outros custos operacionais.
“O cargueiro 767-300 será um grande complemento a nossa frota de cargueiros”, disse David J. Bronczek, Presidente e CEO da FedEx Express. “O cargueiro 767, com a sua sólida eficiência entre os aviões de cabine larga de médio porte é a solução ideal para apoiar nossa estratégia de fornecer entrega rápida e confiável para todos os endereços dos EUA e em mais de 220 países e territórios.”
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