
Mundo - "Lula, o político mais popular da terra", diz o título da matéria da revista norte-americana Newsweek. E sobre isso a mídia partidarista nacional faz silêncio, mas se fosse qualquer outro, como assassinos israelenses de crianças palestinas ou algum mandatário norte-americano, ela estamparia em suas páginas principais, em letras garrafais, como heróis do mundo. [...]
Ele nasceu e cresceu tão pobre, que até aos 7 anos não sabia o que era pão. Essa era a idade de Lula quando subiu em um caminhão cheio de poeira, lotado de pequenos agricultores, levando um matulão com todos os seus pertences e fez a viagem de 3.000 mil quilômetros do nordeste do país até São Paulo, para lutar pela sobrevivência nas favelas paulistanas.
Ele abandonou a escola na quinta série, foi engraxate, depois foi trabalhar aos 14 anos -- quando perdeu um dedo num acidente em um torno mecânico --, no turno da noite, numa fábrica de auto-peças.
Posteriormente ele subiu na classificação para se tornar um líder sindical respeitado internacionalmente. Uma junta militar governava o Brasil na época, e as greves eram ilegais, mas ele desafiou os generais e os patrões e praticamente demoliu toda prepotência industrial do continente em nome do sindicato.
É assim que começa a reportagem de capa da revista semanal norte-americana NewsWeek, sobre o nosso presidente Lula.
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